Jan
28
2010
3

Curiosidades #9

Oh my God, it`s full of stars!: (via Adolfo)

RPG do futuro:

Frenético:

A Carne é Fraca:(via Fábio)

Resumindo:

Somos nada de algo que nem fazemos idéia, mas poderemos jogar RPG com mais facilidade em breve.

Achamos bichinhos bonitinhos e apetitosos. Mas estou convencido que carne todo o dia é sim um luxo custoso.

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Jan
26
2010
3

6 anos

Rosele: Habitando meu coração desde 2004.

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Jan
25
2010
0

Misfits

Não, esta postagem não é sobre a banda com cara de caveira cujos integrantes popularizaram o pega-rapaz mega-giga.

Falo do seriado inglês que teve sua primeira temporada no ano passado e com apenas 6 episódios mostrou, sem muito esforço, tudo que Heroes poderia ter sido.

Porque?

Vou resumir a premissa:

Um grupo de delinqüentes juvenis, com diferentes origens e motivações é reunido num centro comunitário, tendo sido sentenciados a prestar serviços à comunidade.

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Por isso os macacões laranja.

Logo no primeiro dia de trabalho uma tempestade estranha cai sobre a cidade e eles são atingidos por um raio. Isto lhes dá super-poderes.

A historinha parte do mesmo princípio. Pessoas comuns adquirindo poderes especiais e aprendendo a lidar com os mesmos, contudo possui um roteiro simples e enxuto, que não deixa pontas soltas e se preocupa em retratar o dama dos personagens e sua interação, a partir da qual toda a história é construída.

Vê-se logo que é uma produção de baixo orçamento, pois não vemos muitos efeitos especiais. A história se passa em boa parte no mesmo cenário, o tal centro comunitário, o que simplifica a questão de locação.

Na ordem: volta no tempo, provoca libido extremo, ?, leitura de pensamentos, invisibilidade.

Cada episódio tem uns 45 minutos, sem muita embromação. Desde o início uma coisa vai levando a outra e a história vai andando, enquanto somos apresentados aos 5 protagonistas, sempre com algum evento interessante e cenas divertidas.

O maior responsável pela diversão é Nathan, o mala do grupo, que não cala a boca e só sabe falar besteira e pentelhar todos à sua volta.

No 6º episódio chegamos a um climax nada épico, mas que fecha com chave de ouro este primeiro arco. Certamente existe muito potencial e histórias para se contar, portanto fiquei feliz ao descobrir que o seriado ganhou mais uma temporada que deve ir ao ar este ano.

Clique na imagem para ampliar.

Outra coisa que é legal é que o poder de cada um tem a ver com uma característica de sua personalidade. O mega tímido fica invisível, porque ninguém dá bola pra ele; a pirainha faz qualquer um querer transar com ela só com o toque; a garota abrutalhada lê pensamentos pois se importa com o que os outros pensam dela, o cara que arruinou a carreira pode voltar no tempo para evitar que novos erros sejam cometidos; e o chato já tem o poder natural de irritar. :)

Se gosta apenas da fanfarronice, vá assistir Heroes, com suas explosões, raios e tudo mais. Mas se curte uma história bem contada com personagens cativantes, Misfits é atualmente a melhor opção no gênero.

Talvez o sucesso de Heroes tenha servido apenas para incentivar bons seriados ingleses sobre o tema, já que antes de Misfits houve o “No Heroics” que satirizava os heróis e seguia o estilo sitcom. Este não foi adiante, mas parece que os americanos estão criando sua versão do seriado.

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Jan
15
2010
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What is it good for? (em português)

Clique aqui, para a versão em inglês.

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Uma garotinha chamada Rose estava em seu primeiro dia num internato que até o último semestre, havia aceito apenas meninos.

Ela e outros alunos do primeiro ano foram conduzidos até uma sala onde esperariam por um professora ou o diretor, que os apresentaria a escola.

Empolgada, ela começou a falar com seus novos colegas, que estavam conversando sobre o quão maravilhoso era estar ali e se perguntou o que poderia alcançar caso se destacasse neste ambiente. A sala tinha paredes de madeira trabalhada com belos adornos, e bancos também de madeira em todo o redor. Mas a primeira coisa que chamou sua atenção foi uma parede distinta, cheia de placas onde estavam gravados nomes de supostos ex-alunos. Em meio ao alvoroço, ela rapidamente apontou para a parede e exclamou: “Um dia terei meu nome aqui!”

“Espero que não.”, retrucou sobriamente uma voz masculina vinda de trás dela e dos demais alunos.

Ao se virarem, eles viram um homem alto de meia idade, bem tranqüilo e parado no meio da sala com suas mãos nas costas. Ele olhou suavemente em direção a Rose, que estava congelada de vergonha ou medo pelas possíveis conseqüências de uma primeira impressão como aquela, enquanto as outras crianças tentam evitar chamar a atenção na multidão, antecipando uma reação desagradável vinda daquele homem.

Mas, ao invés de gritar por ordem ou repreendê-los, o homem continuou a falar: “Se seu nome chegar a estar entre esses, é porque você terá sido morta em combate. o que, acredito, é uma maneira muito desgradável de deixar esse mundo.

Eu prefiro pensar que nesta instituição nós ensinamos maneiras melhores de se lidar com discordâncias do que apenas lutar.

Você deveria desejar ver seu nome e o de seus colegas em muitas das outras paredes e locais de honrarias que essa escola mantém para lembrar aqueles ex-alunos que lograram conquistar mais em suas vidas, em benefício não apenas desta instituição, mas da sociedade em geral.

Esse lugar tem a tradição de educar grandes mentes. Se é uma guerreira que você quer se tornar, existem lugares bem melhores para onde ir, do que aqui.

Não discordo que uma grande mente é uma grande arma. Mas são muito valiosas para se perderem na guerra.

Uma mente bem instruida, deve estar atenta a nunca se colocar numa situação onde não existe saída que não lutar. Até porque ela é mais eficiente e forte numa situação onde seja possível o debate e a argumentação.

A guerra, por outro lado, é o resultado de uma situação onde não é mais possível argumentar, quando um ou ambos os lados de uma discussão ficam sem idéias ou soluções para um problema a não ser submeter o outro à sua vontade.

Nossa mera existência, hoje, aqui, é a prova de que essa não é a maneira que as disputas devem ser resolvidas. Se nossos ansestrais não soubessem disso, não estaríamos aqui.

Toda nossa sociedade é construída sobre o senso comum que todos nós, fortes, fracos, inteligentes ou burros, partilhamos. O senso de que deve haver uma solução pacífica para todo o problema.

Além de ser mais saudável, é o melhor caminho para a evolução. Quando os dois lados de uma discussão começam a dialogar ambos têm a oportunidade de aprender através da troca de idéias, se tornando mais eficientes em evitar futuros conflitos e também em solucionar o inevitável.”

Ele relaxou os ombros e olhou alegremente para os jovens alunos, que nesse momento estavam todos congelados escutando.

“Agora que tenho a atenção de vocês, por favor sentem-se, para que eu possa apresentar-lhes outros aspectos de nossa escola de forma mais apropriada.”

Então, todos se sentaram nos polidos bancos de madeira encostados nas paredes em torno da sala.

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Jan
14
2010
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Acão Popular

Você mora no Rio de Janeiro e está de saco cheio do metrô?

Acompanhe este blog.

E principalmente, participe deste abaixo-assinado.

Torçamos para que outra concessão, faça bom uso dos preços extorsivos cobrados nas passagens e de toda a grana proveniente das inúmeras propagandas espalhadas nos trens e plataformas.

A atual, só fez criar dificuldades para lucrar ainda mais. Um grande exemplo foi acabar com os bilhetes multiplos, com preços que diminuiam conforme, a quantidade de passagens.

Então as filas cresceram nas bilheterias, pois tanto fazia comprar 1 ou 1000 passagens, sendo o preço o mesmo. Então, após um tempo de apurrinhação pros passageiros, lançaram bilhetes multiplos, na forma de cartões de recarga. Estes, sem desconto algum e com tempo para uso, do contrário o passageiro necessita recarregar o cartão. Mesma falcatrua usada por muitas empresas de telefonia móvel, nos cartões pré-pagos.

Mas não nos esqueçamos das linhas férreas, a Supervia vem fazendo uso das mesmas táticas e aumentando sistematicamente o valor das passagens. Com muito pouca melhora nos serviços.

Resumindo o transporte de massa do Rio continua muito ruim, sem planejamento algum, mas tornou-se uma excelente vaca leiteira para empresários e políticos.

Falarei mais noutro post.

P.S.: Nunca votei no Molon e pouco conheço de sua trajetória, mas ao menos isso ele teve a decência de fazer.

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Jan
11
2010
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Girafinha

Minha grata surpresa de fim de ano, providenciada pelo Guto Naveira.

Outras telas além da Girafinha, podem ser vistas em seu blog.

Adorei e já está pendurada como pode ver Guto! :)

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Jan
09
2010
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What is it good for?

Clique aqui, para a versão em português.

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A little girl called Rose is on her first day at a boarding school that until last semester accepted only boys.

She and other first-years are conducted to a room where they are supposed to wait for a teacher or the headmaster to introduce them to the school.

Very excitedly she starts talking to her new colleagues, who were discussing how great it was to be  there and she wonders to herself what she might achieve if she stands out in this new enviroment. The room has beautifully adorned wood walls and benches against them, sorrounding all the area. But the first thing that catches their notice is a distinguishable wall which is filed with plaques barring the names of assumed ex-students. She quickly points out to the wall and says in a louder tone: “I`ll have my name there, some day!”

“I hope not.” Answers a bleak, male voice from behind her and the others.

Turning around they see a tall middle aged man standing calmly in the middle of the room, with his hands behind his back, and very still. He is looking softly towards Rose, who is fronzen in shame or fear of the consequences of such a first impression, while the other kids try to avoid being spotted in the crowd, anticipating a possible unpleasant reaction from the man.

But rather than a yell for order or some reprimend, the man continued to talk. “If your name comes to be among those, its because you`ve died in combat. Which, I think, is a very umpleasant way of leaving this world.

I prefer to think that in this institution, we teach better ways to deal with disagreements then just fighting.

You should look foward to seeing your name and your mates` in many of the other walls and prasing places this school maintains to remember those ex-students who could accomplish more of their lives, in benefit, not only of this institution, but of society in general.

This place has the tradition of bringing up great minds. If it is a warrior you want to become, there are far better places to be than here.

I`m not arguing that a great mind is not a great weapon. But those are too valiable to be lost in war.

A well taught mind should know better than to put itself in a situation where it has no scape but to fight. Since it is more effective and stronger in a situation where one can still debate and reason.

War, on the other hand, is the outcome of an unreasonable situation, when one or both sides of an argument run out of ideas to solve a problem besides forcing their will unto the other.

The mere existence of us, today, here, is the proof that it is not the way disputes are supposed to be solved. If our ansestors knew no better, we would not be here.

Our whole society is built on the comom knowledge that we all, strong, weak, smart or stupid share. The knowledge that there must be a peaceful solution for every problem.

Besides being healthier, it is the best way for evolution. When the two sides of a disagreament start talking it over both have the opportunity to learn from the exchange of ideas, becoming more efficient in avoiding future conflicts, and also solving the unavoidable.

This is the kind of education you will recieve here, though we do honor our ex-students and colleagues, who gave their lives when war was upon them.”

He relaxed his shoulders and looked happily at the young students, who by that time were all quietly listening to him.

“Now that I`ve got your attention, you may sit down, so I can introduce other aspects of our school.”

They all sat on the polished wood benches against the walls sorrounding the room.

Fim

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Este conto me veio em inglês. Depois eu posto a tradução. Esta versão e a traduzida contaram com o auxílio de minha inestimável corretora.

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Jan
05
2010
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Ocupação

De alguma foma eu penso que se fosse assim seria até bom.

Na melhor escola Malufiana do rouba mas faz. Existem alternativas piores, depois eu falo delas.

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Jan
03
2010
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Entrevistas

Além deste meu blog, eu participo do Ambrosia, com uma coluna semanal (toda a sexta) sobre quadrinhos na internet, chamada HQ Digital, além de eventualmente resenhar um filme.

Esta última sexta eu publiquei a primeira entrevista em minha coluna.

A entrevistada é a Lorena Kaz, que faz as tirinhas da Lokaz.

Clique aqui para ler.

As entrevistas intercalarão com os artigos comuns da coluna.

Esta é uma forma que eu encontrei de melhor apresentar o cenário dos quadrinhos online nacionais para meu leitores.

Confiram a Lokaz! A reboque virão mais, já tenho duas outras entrevistas prontas para ir ao ar. Mas são surpresa. :)

Então, não fiquem tristes se não posto tanto por aqui, pois não tenho ficado parado. Também estou preparando novos textos para cá, sem falar nas tirinhas que seguem saindo religiosamente.

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