May
18
2014
12

Como trocar a bateria do nobreak

A maior parte das falhas de nobreaks são devido à bateria.

Custo: 50 a 60 reais.

Material: chave philips, alicate comum e alicate de corte.

Bateria: bateria selada de 12V 7Ah

A amperagem (Ah) pode ser maior ou menor. Na verdade ela determinará apenas o tempo que a bateria poder manter um PC funcionando no caso de falta de luz. A de 7Ah é capaz de segurar por até 15 minutos um PC médio, então isso fica a seu critério.

Mas 12V é o padrão para todas as baterias de no break não importa se for de 600, 700, 1.200…

O que muda entre estes nobreakes é o transformador interno deles.

Onde comprar a bateria:

Existem diversos sites que vendem baterias seladas de 12V, mas você também pode comprar em lojas de bateria de motocicleta.

Como trocar:

É bom lembrar que antes de mais nada você deve desligar o nobreak e removê-lo da tomada assim como remover todas as tomadas de aparelhos que estiverem ligadas no nobreak.

– Abrir o no break –

troca bateria no break1

Basta usar a chave philips para remover os parafusos da cobertura do aparelho.

– Dentro você verá logo as 3 partes principais. O circuito que comanda o funcionamento, logo abaixo o transformador e ao lado a bateria que será trocada.

Esta arrumação dos elementos pode variar em outras marcas e modelos.

 

– Repare que este nobreak da Ragtech tem duas hastes de metal em volta da bateria que servem para mantê-la presa e fíxa principalmente para quando ela é transportada. O problema é que isto não foi feito pensando na eventual troca da bateria, pois o parafuso fica numa posição difícil para desaparafusar sem uma chave philips curta e um alicate para segurar a porca.

troca bateria no break2

 

Além disso a haste superior é presa na placa de circuito por meio de dois rebites de plástico que não foram feitos para ser removidos de forma alguma.

A única forma de removêlos sem arriscar danificar a placa é cortando ambos com o alicate de corte bem rente á parte inferior da peça de metal.

troca bateria no break3

Muito cuidado para não danificar nenhuma parte do circuito. Evite colocar a mão e fazer pressão. E cuidado com a frágil peça do circuito que fica logo atrás dos rebites por baixo da placa.

Esta é a parte mais difícil de todo o processo.

 

– Soltando os rebites e o parafuso a remoção das hastes de metal é fácil. A superior fica apenas encaixada na parte da frente do nobreak e a traseira passa por debaixo da bateria.

 

– As únicas ligações da bateria são seus cabos de força (vermelho e preto). São encaixados nos contatos e para remover basta puxar. Não mexa nos 4 cabos que alimentam a frente do nobreak.

troca bateria no break4

– A bateria nova, mesmo que de marca diferente, será do mesmo tamanho e deve ser colocada na mesma posição da anterior. Os cabos de força serão encaixados  tal como estavam na bateria antiga.

 

Nobreak sem bateria, rebites e hastes.

Nobreak sem bateria, rebites e hastes.

6º (opcional) – Recolocar as astes de metal fica a critério de cada um, mas eu sugiro jogá-las fora. Seu nobreak não será levado de um lado para outro a todo o momento e a bateria não precisa ficar toda presa para ficar imóvel dentro do nobreak. Além disso, os rebites de plástico foram inutilizados na remoção. Outra vantagem é que daqui a 2 ou 3 anos você não precisará mais ter tanto trabalho para trocar a bateria, bastando remover a cobertura do nobreak e os cabos da bateria.

 

– Religue o aparelho na tomada e aguarde 12 horas para que a bateria nova seja carregada.

Em seguida, religue o seu PC no nobreak e ligue os aparelhos.

Se o problema insistir então infelizmente das duas uma, ou seu PC está com outro problema, talvez na fonte, ou você deu azar e o seu nobreak possui uma falha no transformador ou no circuito, o que é bem raro. Neste caso o melhor é comprar um aparelho novo.

 

Conclusão:

Se após aproximadamente 2 ou 3 anos de uso o aparelho já não segura mais os picos de luz e por isso o seu PC desliga do nada é quase certo que o problema é a bateria. 2 ou 3 anos é o tempo de vida útil, e ela precisa ser trocada o quanto antes.

Seguindo este passo a passo você não precisa mais gastar em média R$ 300,00 num aparelho novo antes que seu computador pife. Ou mesmo 100 ou 150 reais para que um serviço técnico avalie o problema e faça a troca, fora o tempo de espera do serviço, durante o qual você ficará sem poder usar seu PC.

Trocando apenas a bateria tudo se resolve, e você não gasta mais que 50 ou 60 reais.

Dá um pouco de trabalho mas não mais do que o que você teria indo comprar um no break novo.

A troca é bem simples e mesmo pessoas sem treinamento técnico específico como eu podem fazer.

O passo a passo que descrevi acima foi o que aprendi cuidando dos meus no breaks e após consultar alguns sites técnicos.

Contudo senti falta de um tutorial para leigos, como eu, e acho que isso pode ajudar outras pessoas.

Existem alguns modelos da APC, principalmente lá fora, que permitem a troca simples e fácil das baterias, quase como se troca as pilhas de um rádio, mas aqui no Brasil a mentalidade dos fabricantes ainda é de obrigar o consumidor a comprar novos aparelhos quando os antigos ainda funcionam perfeitamente.

Vale lembrar que baterias, assim como pilhas, devem ser descartadas de maneira apropriada e não junto com o lixo comum.

Algumas agências bancárias e universidades fazem coleta deste tipo de lixo tóxico e eletrônico, basta levar a bateria até lá.

Share
Dec
31
2013
0

Mr. Nobody

Provavelmente o melhor filme que assisti este ano.

Trata-se de uma história de romance inserida em uma bela ficção científica.

Ao mesmo tempo que retrata histórias de amor, o faz do ponto de vista confuso que é a nossa mente, mas sem perder o fio da meada. E acredito que a grande questão abordada é o pensamento que eu já tive diversas vezes: e se naquele momento eu tivesse escolhido outra coisa? E se tivesse agido diferente? Minha vida seria igual? Eu seria igual?

Provavelmente não, mas isso seria melhor ou pior do que tenho? Eu sequer teria condições de avaliar estas alternativas da mesma forma que faço hoje?

É um raciocínio sem fim.

Fico espantado que apesar do filme ser de 2009 eu só fui ouvir falar nele há poucos meses.

Se ainda está na dúvida, eu coloco Mr. Nobody na mesma categoria que: Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, The Time Traveler`s Wife e The Fountain. Ou seja, se gostou de um destes, gostará também dos demais. Ao menos existe uma grande chance.

 Filmes que ao contrário dos blockbusters, usam excelentes efeitos visuais para auxiliar o roteiro a contar histórias de grande delicadeza. E o curioso é que foram todos escritos e dirigidos por pessoas diferentes. Até os atores são distintos.

Ou seja, não é um viés específico de um ou outro artista.

Share
Jan
14
2011
0

Mais dois do TED

Share
Feb
25
2010
3

Dane Cook

Dane Cook é um comediante relativamente novo que vem fazendo grande sucesso naquilo que eles fazem de melhor por lá, stand up comedy.

Ele é o mais recente representante dos grande comediantes que lotam estádios e grandes teatros por lá. Seguindo os passos de Steve Martin, Richard Pryor, George Carlin, Eddie Murphie, entre outros.

Abaixo está um show dele na íntegra, chamado Vicious Circle.

Desde que assisti Delirious e Raw do Eddie Murphie eu não ria tanto.

Share
Feb
23
2010
1

Músicas

Um apanhado.

Röyksopp – What Else Is There?: Está no filme Cashback, que eu também recomendo. Pra ser sincero não curti as outras músicas desta dupla norueguesa, mas esta é muito boa.

Mastodon – Cut you up with a linoleum knife: Esta música está no filme do Aqua Teen. Aqua Teen é um desenho insano do Adult Swim.

Mas eu apreciaria um aviso no mesmo tom antes de todos filmes. Não sou fã deste estilo de metal, mas é certamente uma das melhores formas de expressar o quanto NÃO se gosta de algo.

Os membros da banda se divertiram na gravação. Neste vídeo tem até umas estrofes que ficaram de fora da letra final. :)

The Last Time: Para aliviar a tensão, uma musiquinha bem leve e bonitinha, com uma letra mais positiva.

Lucy Kinsley é uma ilustradora e quadrinista americana que descobri, buscando por quadrinhos online para minha coluna HQ Digital.

Fuçando seu site descobri que ela também faz música.

Bad Apple: Uma animação bem interessante feita de silhuetas de personagens de anime. A música é legal e tinha tudo pra ser uma abertura de desenho.

Falando em desenhos japoneses, listo alguns:

Gantz, Elfen Lied, Robotech, Cruzador Estelar Yamato, Don Drácula.

Pra finalizar, talvez a melhor montagem de anime com músicas alheias, dentre as milhares que vemos no youtube.

Evangelion + Engel – Rammstein: Não apenas a montagem está bem feita, com as cenas batendo legal com o ritmo da música, até mesmo as bocas dos personagens, como a letra tem muito a ver com o desenho.

Share
Jan
25
2010
0

Misfits

Não, esta postagem não é sobre a banda com cara de caveira cujos integrantes popularizaram o pega-rapaz mega-giga.

Falo do seriado inglês que teve sua primeira temporada no ano passado e com apenas 6 episódios mostrou, sem muito esforço, tudo que Heroes poderia ter sido.

Porque?

Vou resumir a premissa:

Um grupo de delinqüentes juvenis, com diferentes origens e motivações é reunido num centro comunitário, tendo sido sentenciados a prestar serviços à comunidade.

w

Por isso os macacões laranja.

Logo no primeiro dia de trabalho uma tempestade estranha cai sobre a cidade e eles são atingidos por um raio. Isto lhes dá super-poderes.

A historinha parte do mesmo princípio. Pessoas comuns adquirindo poderes especiais e aprendendo a lidar com os mesmos, contudo possui um roteiro simples e enxuto, que não deixa pontas soltas e se preocupa em retratar o dama dos personagens e sua interação, a partir da qual toda a história é construída.

Vê-se logo que é uma produção de baixo orçamento, pois não vemos muitos efeitos especiais. A história se passa em boa parte no mesmo cenário, o tal centro comunitário, o que simplifica a questão de locação.

Na ordem: volta no tempo, provoca libido extremo, ?, leitura de pensamentos, invisibilidade.

Cada episódio tem uns 45 minutos, sem muita embromação. Desde o início uma coisa vai levando a outra e a história vai andando, enquanto somos apresentados aos 5 protagonistas, sempre com algum evento interessante e cenas divertidas.

O maior responsável pela diversão é Nathan, o mala do grupo, que não cala a boca e só sabe falar besteira e pentelhar todos à sua volta.

No 6º episódio chegamos a um climax nada épico, mas que fecha com chave de ouro este primeiro arco. Certamente existe muito potencial e histórias para se contar, portanto fiquei feliz ao descobrir que o seriado ganhou mais uma temporada que deve ir ao ar este ano.

Clique na imagem para ampliar.

Outra coisa que é legal é que o poder de cada um tem a ver com uma característica de sua personalidade. O mega tímido fica invisível, porque ninguém dá bola pra ele; a pirainha faz qualquer um querer transar com ela só com o toque; a garota abrutalhada lê pensamentos pois se importa com o que os outros pensam dela, o cara que arruinou a carreira pode voltar no tempo para evitar que novos erros sejam cometidos; e o chato já tem o poder natural de irritar. :)

Se gosta apenas da fanfarronice, vá assistir Heroes, com suas explosões, raios e tudo mais. Mas se curte uma história bem contada com personagens cativantes, Misfits é atualmente a melhor opção no gênero.

Talvez o sucesso de Heroes tenha servido apenas para incentivar bons seriados ingleses sobre o tema, já que antes de Misfits houve o “No Heroics” que satirizava os heróis e seguia o estilo sitcom. Este não foi adiante, mas parece que os americanos estão criando sua versão do seriado.

Share
Oct
27
2009
1

Big Bang Theory

Uma versão moderna da “Vingança dos Nerds”, que já vai em sua terceira temporada.

w

Howard, Sheldon, Leonard, Penny e Raj.

Aparentemente é voltado para o público nerd, contendo boa parte das piadas com temática que só quem curte ciência, tecnologia, FC e quadrinhos poderá entender por completo, é um dos exemplos de conteúdo com o qual todos podem se identificar.

Afinal de contas, temos a Penny, que oferece um ponto de vista externo à bitolação dos 4 amigos, sendo ela mesma bitolada.

Não posso negar que identifico a todo o momento traços meus e de amigos meus nos personagens, e sim, tenho ao menos dois amigos bem semelhantes ao Sheldon, cuja principal característica não chega a ser a nerdice, mas o TOC extremos, e outras características que já o afastaram bastante do convívio social, mesmo dentre os nerds, chegando ao ponto onde só amigos próximos podem aturá-lo, ainda que ele não faça muita questão.

Mas ainda assim Sheldon roubou aos poucos a cena numa história que a princípio era focada em Leonard, o nerd light, que é o pivô da história e desenvolve um relacionamento com Penny, a vizinha atraente.

Sheldon é o esquisitão, como Kramer em Seinfeld.

Os outros dois amigos são Howard, o mimado que acha que é descolado, e Raj, extremamente tímido, mas que se revela com alguns goles de álcool.

Todos os personagens são muito bem interpretados e é difícil acreditar quando os atores confessam não sacar nada sobre os temas abordados nos roteiros (estes sim escritos por nerds).

Apesar das muitas referências nerdísticas, as histórias versam mais sobre os relacionamentos, e a loucura dos 5 personagens principais.

Fica a dica. Assistam. :)

Aproveito para recomendar este link, onde é possível ver e comprar quase todas as vestimentas usadas pelos personagens. Muitas camisetas com estampas surreais e engraçadas, entre outros acessórios usados principalmente por Sheldon e Howard.

Share
May
29
2009
0

Curiosidades #3

Letras literais

Quatro clipes famosos, com letras alternativas. Muito bem feito.

Assista aqui.

s

O vocalista do Tears for Fears não é a cara do KIKO?


Mais do mesmo

Como fazer um hit de sucesso?
Com 4 acordes, a mesma base, os caras tocam 36 músicas.


Um lobinho nunca mente

Um curta metragem divertido.

Assista aqui.

Ou, onanismo nunca mais.


Barata Flamejante

Clique na imagem para ler

Clique na imagem para ler

Boa tirinha. Autor é o Ian, o mesmo que dirigiu o curta acima.


A história do mundo segundo Manara

Pra variar, muito sexo. Veja.


Nicola Tesla


Logo Creator

Ainda prefiro o Corel, mas este programinha certamente possui uma curva de aprendizado mais curta.


Steel Life


Querido U


Reforma ortográfica

E no contrapé do vídeo acima, temos este.
Definitivamente não é português, é um dialeto derivado, e infelizmente muito falado.


Anti-Tabagismo

Faço minhas as palavras de Danilo Gentili


Nanowar

Apresentado pelo Rafa.
O Massacration italiano. Confiram abaixo.

Metal la la la
The number of the bitch

O site deles.


Steampunk de raiz

O gênero steampunk, cada vez mais popular com suas engenhocas estravagantes já foi mera FC. Eis aqui algumas imagens.


Away!!!!

O criador do Necronauta, Danilo Beiruth fez um excelente retrato do Gil Brother. Cunhador de frases impagáveis, é um comediante que vale a pena conferir. Assistam ao Drops Away e desfrutem de momentos de reflexão sobre diversos assuntos.

Share
Apr
18
2009
3

A Maldição do Cigano (Thinner)

Trata-se de um livro do Stephen King que acabei de ler e gostei.
Não sou fã do cara, mas o admiro pela capacidade de bolar tanta coisa, escrever rápido e escrever bem. Tá certo, que este foi o primeiro livro dele que li de fato. Mas assisti a vários filmes.
Os xiitas por favor não me apedrejem (aviso logo que apago comentário desaforado). Não sou muito chegado ao gênero de terror, se é para me assustar e ficar com medo de ir na cozinha à noite, que seja por algo realmente bom. E até agora, antes deste livro, os unicos textos de terror que me despertaram interesse e de fato me deixaram com medo, são do Lovecraft. Recomendo especialmente “The Case of Charles Dexter Ward“.

Tenho preconceito com o King porque cansei de assistir a histórias que te mantém atento o tempo todo e elocubrando mil e uma explicações para o que está acontecendo, e como tudo pode acabar para chegar no final e me frustrar, pois nada é explicado e tudo termina sem mais nem menos.

Imagino que isto se deva ao fato dele já estar pensando no livro seguinte, no final e acaba terminando as coisas de qualquer jeito. Tudo tem seus prós e contras.

O Thinner não é certamente dos mais assustadores. Pude constatar que o cara escreve bem, apesar da péssima tradução. Tradução esta com direito a pérolas do tipo: “Isto está fodidamente ruim.” 

A trama é sobre um advogado gordão que é amaldiçoado por um cigano sinistro e começa a emagrecer sem parar. Daí a tradução correta do título: “Mais magro”. Obviamente tiveram que mudar.

A trama começa lenta, mas quando engrena é ladeira abaixo, até chegar a um final que não decepciona. Os últimos capítulos me fizeram imaginar a toda a hora que diabos ia acontecer. Mas é muito mais uma história de suspense que terror. Até porque, quais as chances de você encontrar um cigano, ele não ir com a tua cara e te colocar uma maldição?  Felizmente para mim são poucas, do contrário estaria me cagando de medo.

Me empolguei e vou assistir ao filme que fizeram. Terei uma experiência Stephenkinguiana completa.

Recomendo.

Agora retornarei para o Bernard Cornwell em mais uma aventura de Sharpe.

Share
Apr
07
2009
0

RSS for Dummies

Pelo visto hoje é o dia da acessibilidade, linkabilidade ou o que for.

Nunca havia me interessado por rss de fato até ter um blog e resolver disponibilizar este recurso aos meus leitores.

Trata-se de um recurso simples, e criado para facilitar a vida dos navegantes virtuais que diariamente ciscam de site em site atrás das últimas notícias e baboseiras que lhes possam interessar. O RSS permite que a pessoa aglutine todos estes links num só lugar (“mas para isto eu tenho os favoritos no browser”, alguém diria) e além disto seja informada das atualizações de cada um destes links. Logo poupa tempo de ficar entrando em tudo quanto é site sem saber se existe algo novo e inclusive oferece um preview das ultimas atualizações, que possibilita ao usuário saber se é algo que lhe interessa ou não.

Mas o que me leva a escrever esta postagem é a falta de uma definição simples sobre RSS na rede.

Um exemplo: Como pode ver no link, e esta é uma das definições mais simples, o linguajar técnico predomina e um usuário sem maiores conhecimentos fica perdido. O que a maioria das pessoas quer mesmo é um passo-a-passo bem rasteiro de:

1 – Como ter uma conta para desfrutar do conforto do RSS dos sites que costuma acessar.

2 – Como fornecer RSS para seus leitores no seu blog ou site.

O primeiro é o mais fácil. Mas que me parecia confuso e complicado até descobrir o Google Reader. O link pode ser encontrado naquele menu dropdown do “Mais” ou “More” na tela inical do Google.

Trata-se do mais simples leitor de feeds (=RSS) que eu conheço. Não te obriga a instalar nada no seu computador e por ser online, permite que você acesse de qualquer lugar. Basta ter uma conta no Google, seu gmail serve. Se você não tem gmail, crie um e não se comporte como um usuário de IE6.

O funcionamento é simples. À esquerda você tem um menu com algumas funcionalidades mais específicas, mas logo no topo existe a opção de “Adcionar Inscrição” clicando ali surge um campo para que seja incluido o endereço de um site ou do respectivo link de RSS. Porém o link apenas só tem funcionado para blogs .blogspot. Os demais sites têm que possuir uma conta de RSS para que o Reader capture suas atualizações.

Para obter o link do RSS, basta clicar na figura igual ou parecida com a que eu tenho no canto superior direito do meu blog.

Em seguida você será levado para uma tela que pode ter as últimas atualizações do site em questão, ou uma tela em branco com um texto corrido enorme e cheio de caracteres absurdos. Parece até que o link está corrompido. Mas fique tranquilo porque pouco importa o que está na tela. O que vale é o endereço que aparece na barra de navegação do browser. Copie este endereço e cole no campo do “Adcionar Inscrição”.

Voilá! Aparece mais abaixo no menu da esquerda, na sessão “Inscrições” o nome do site e na área grande à direita, os últimos feeds. Clicando diretamente nos conteúdos ali expostos você pode acessar o site original e ler melhor o conteúdo.

O segundo é mais chatinho.

Você precisa entrar num site que gere feeds. Uma vez neste site você dará a sua url e o site gerará um feed específico para ela. Este feed é que você deve colocar no link de RSS, como o que eu tenho no meu blog. É este feed que “alimentará” os programas leitores de RSS, como o Google Reader, com as suas atualizações.

Minha sugestão aqui, é utilizar o site FeedBurner que também pertence ao Google e assim fica tudo em casa. Se o Google falir,  fudeu. A internet entra em colapso e eu prefiro nem pensar nisto.

Futuro sem o Google

Futuro sem o Google

No FeedBurner você precisa fazer um novo cadastro, mas ele fica atrelado à sua conta no Google. O passo-a-passo não é muito complicado. Logo de cara ele pede a url e já gera o feed.

Mas em seguida ele te oferece opções para podcasts e outras traquitandas. Escolha tudo o que tem direito porque mal não faz e se no futuro você decidir usar uma destas paradas você já tem neste feed e não vai precisar “queimar” outro para o mesmo site ou adicionar ao seu feed.

O FeedBurner oferece também um sistema de newsletter (como o que eu também possuo mais abaixo no menu da direita) na aba “Publicize” dentro da tela de administração, existente para cada feed que você gera no site. Até onde sei é possível gerar ou “queimar” quantos feeds desejar, dentro da mesma conta no FeedBurner. Um para cada site que você possa vir a possuir.

Mas afinal de contas, como inserir o maldito RSS?

No caso de blogs, geralmente existe um pluggin ou widget pronta para receber links de RSS e que inserem automaticamente o link no seu blog, mas no caso de sites feitos do zero o burado é mas embaixo.

Como encontrado neste site:

Vamos facilitar a coisa em tópicos

  1. Você não tem como fazer isso apenas usando html
  2. Se você não tiver um conhecimento de programação, recomendo utilizar ferramentas de CMS (Content Management Systems, Sistema de Gerenciamento de Conteúdo) que em cada “post” ele automaticamente gera e atualiza o xml.
  3. É bastante recomendado cadastrar o seu rss depois de instalado no Feed burner
  4. Wender Lima escreveu um artigo que classifica cada parâmetro do rss para sua criação, vale a pena conferir.

Então temos estes dois links abaixo que orientam na criação de um código de RSS para o seu site, utilizando dois métodos distintos.

1 – Através do banco de dados do Dreamweaver, usando asp.

2 – Em xml usando php.

Sei que ainda pode ser usado script, mas não encontrei um link adequado.

Espero ter ajudado, se alguém souber ou achar que falta algo ou que ficou confuso avise.

Share

Powered by WordPress | Theme: Aeros 2.0 by TheBuckmaker.com