Jan
28
2010
3

Curiosidades #9

Oh my God, it`s full of stars!: (via Adolfo)

RPG do futuro:

Frenético:

A Carne é Fraca:(via Fábio)

Resumindo:

Somos nada de algo que nem fazemos idéia, mas poderemos jogar RPG com mais facilidade em breve.

Achamos bichinhos bonitinhos e apetitosos. Mas estou convencido que carne todo o dia é sim um luxo custoso.

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Jul
24
2009
2

RPG é a Maior Diversão

Como bem disse Daniel, o mestre desta aventura em particular, Call of Chuthulu é meio demente, porque se não te deixar com medo não foi bom.

Uma boa aventura tem que seguir a linha dos livros do H. P. Lovecraft. Depende não apenas um trabalho grande do mestre para atentar a todos os detalhes da trama e saber criar o clima de terror, mas também de jogadores que estejam dispostos a representar e viver a trama sem desconcentrar.

Jogar em clima de D&D é pura perda de tempo.

A produção desta série de aventuras foi boa, o Daniel criou inclusive um mini-blog para dar o tom do prelúdio das tramas.

A que foi retratada nesta tirinha é a do “O testamento de Jedediah Carragher”, que é sequência da aventuro a abordo do Estocolmo, com os mesmos personagens.

Haveria uma terceira aventura que nunca se concretizou porque o testamento de Jedediah representou caos além do que o trio estava preparado.

Vou revisar e postar aqui em breve o diário do Dr. Reitler (meu personagem), narrando suas desventuras.

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Jul
08
2009
1

RPG é a maior diversão

Inspirado pelo comentário do amigo Dr. Iglesias, decidi narrar o fato que se deu em uma corriqueira sessão de RPG faz alguns anos.

Sem citar nomes, fica esta humilde HQ.

Sim, um ser que mal deveria ser capaz de se por de pé e já deveria ter sido eliminado pela mera seleção natural, quase devorou o pobre Finley.

Mas rendeu algumas risadas.

Em breve mais tirinhas aqui neste blog.

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Jun
16
2009
2

Spore

Conquistar o restante da galáxia, só requer tempo e paciência. Porque o jogo em si não oferece desafios além de exaustiva repetição de tarefas.

A única inovação é a possibilidade de modelar tudo que sua raça cria, contudo, é uma modelagem estética e não faz diferença alguma se você fizer uma arma bonitinha e super arrojada, ou um trambolho horrível que contenha as mesmas peças que a anterior, mas sem modelagem alguma.

Dá no mesmo.

Dá no mesmo.

O mesmo vale para a modelagem da espécie ao longo do processo evolutivo. Eu por exemplo coloquei quatro olhos no bicho, dois na frente e dois atrás, crente que isto daria uma vantagem de percepção à espécie, mas logo percebi que o que importava era a quantidade e não o posicionamento dos elementos, ou seja, se eu colocasse os quatro olhos enfileirados e apontados pro mesmo lado, eu teria o mesmo resultado. No fim é com eu disse, a aparência de sua espécie acaba sendo muito mais estética e menos associada a funções e vantagens evolutivas. Me fez perder o total interesse em testar combinações distintas de características físicas, pois no fim, o jogo tende a ver a forma humanóide como a melhor e mais adaptável a todos os aspectos necessários para se obter uma espécie soberana.

Agora que o “muito barulho por nada” que a Maxis gerou em torno do jogo antes do lançamento silenciou, com a retumbante decepção da maioria dos jogadores, eles estão buscando formas de aproveitar este sistema deles para outros tipos de jogos.

O Galatic Adventures é uma idéia interessante, pois usa a ferramenta de moldar coisas, que é o diferencial do jogo, para que os jogadores criem seus jogos e histórias. Talvez mais interessante que o original, mas com uma grande falha, que foi na minha opinião a derrocada do antecessor. A maioria dos jogadores é preguiçosa e joga por lazer, não para trabalhar. Ter de montar todo um cenário e adversários é trabalhoso, mesmo com a ferramenta do jogo, e cansa mais do que relaxa.

Contudo, vejo mais mercado aí do que no original. É possível que agrade a um nicho específico de pessoas que curtem modelagem e/ou criação de jogos. Se for possível gravar as aventuras criadas para que outros as joguem, pode ser bem interessante e gerar uma comunidade em torno deste jogo, de pessoas que trocam aventuras entre si.

Diria até que seria algo mais próximo de RPG do que os muitos jogos que vemos por aí. Pois teremos a figura do “mestre” criando todo o cenário e personagens e os jgadores que deverão interagir ali. Mas ainda teria a falha crucial, que é a improvisação que só um verdadeiro jogo de RPG permite, quando um jogador pensa além e força o mestre a improvisar um caminho alternativo que ele não havia cogitado anteriormente. Isto não é possível num jogo eletrônico, ao menos, ainda não.

Então retiro o que disse. O RPG permanece único.

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Feb
25
2009
0

NerdQuest

Acabei de reler este livro do meu amigo Pedro Vieira.

Eu tinha lido um dos últimos rascunhos antes do livro ser impresso.

A primeira vista parece mais um livro de picardias estudantis sob uma ótica nerd. Mas podemos ter uma leitura mais profunda dos dilemas pelos quais muitos de nós passamos ao ingressar na vida adulta e profissional.

Dilemas cada vez mais comuns, a medida que diplomas perdem seu valor, e empregos estáveis com salários razoáveis se tornam artigos de luxo.

Mas não vou negar que a grande diversão do livro são as referências rpgísticas e musicais.

Por se tratar de uma obra quase auto-biográfica, pude identificar ainda alguns detalhes interessantes, inclusive uma das passagens, não direi qual, foi totalmente inspirada num episódio protagonizado por mim e outros amigos, e testemunhado pelo Pedro.

Fica a dica após adquirir o livro com autógrafo, dedicatória e de quebra um agradecimento no final. 

Vejamos se agora o Vieira linka o meu blog no dele.

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