Feb
25
2010
3

Dane Cook

Dane Cook é um comediante relativamente novo que vem fazendo grande sucesso naquilo que eles fazem de melhor por lá, stand up comedy.

Ele é o mais recente representante dos grande comediantes que lotam estádios e grandes teatros por lá. Seguindo os passos de Steve Martin, Richard Pryor, George Carlin, Eddie Murphie, entre outros.

Abaixo está um show dele na íntegra, chamado Vicious Circle.

Desde que assisti Delirious e Raw do Eddie Murphie eu não ria tanto.

Feb
23
2010
1

Músicas

Um apanhado.

Röyksopp - What Else Is There?: Está no filme Cashback, que eu também recomendo. Pra ser sincero não curti as outras músicas desta dupla norueguesa, mas esta é muito boa.

Mastodon - Cut you up with a linoleum knife: Esta música está no filme do Aqua Teen. Aqua Teen é um desenho insano do Adult Swim.

Mas eu apreciaria um aviso no mesmo tom antes de todos filmes. Não sou fã deste estilo de metal, mas é certamente uma das melhores formas de expressar o quanto NÃO se gosta de algo.

Os membros da banda se divertiram na gravação. Neste vídeo tem até umas estrofes que ficaram de fora da letra final. :)

The Last Time: Para aliviar a tensão, uma musiquinha bem leve e bonitinha, com uma letra mais positiva.

Lucy Kinsley é uma ilustradora e quadrinista americana que descobri, buscando por quadrinhos online para minha coluna HQ Digital.

Fuçando seu site descobri que ela também faz música.

Bad Apple: Uma animação bem interessante feita de silhuetas de personagens de anime. A música é legal e tinha tudo pra ser uma abertura de desenho.

Falando em desenhos japoneses, listo alguns:

Gantz, Elfen Lied, Robotech, Cruzador Estelar Yamato, Don Drácula.

Pra finalizar, talvez a melhor montagem de anime com músicas alheias, dentre as milhares que vemos no youtube.

Evangelion + Engel - Rammstein: Não apenas a montagem está bem feita, com as cenas batendo legal com o ritmo da música, até mesmo as bocas dos personagens, como a letra tem muito a ver com o desenho.

Feb
18
2010
0

Gênesis de Robert Crumb

Robert Crumb ficou famoso por seus quadrinhos humorísticos, invariavelmente envolvendo sexo, drogas, loucura entre outras características que nunca o colocariam numa lista de prováveis autores de uma adaptação da Bíblia, ou qualquer obra religiosa, ao menos não como um trabalho sóbrio.

Mas eis que no ano passado ele surpreendeu a todos com sua versão do Gênesis.

Ele quadrinisou todo o livro, e o fez buscando ser o mais fiel possível ao texto, tendo utilizado diversas versões do livro para poder comparar as passagens e inclusive diz ser há anos um entusiasta do tema, tendo lido livros de estudiosos sobre o assunto.

Desta forma, o que Crumb fez foi dividir o texto bíblico e ilustrar em forma de quadrinhos, cada passagem da narrativa. O texto possui várias observações de rodapé onde o autor explica alguns significados de nomes e outras curiosidades. No final do livro ele ainda comentou quase todos os capítulos, justificando as razões por ter retratado, ou escrito tais passagens de uma forma ou de outra.

Nunca li a Bíblia, apenas trechos. Sei que se tentasse ler de cabo a rabo, não seria agradável e acabaria não absorvendo quase nada, em muito pela forma com está escrita e porque para compreender muitos dos trechos é preciso um conhecimento paralelo que eu não possuo. Crumb resolveu este problema, ao menos no livro do Gênesis.

O formato de quadrinhos já suaviza muito o texto, tornando-o mais fácil de se compreender. Isto, somado aos comentários e observações, torna a leitura não apenas prazeirosa como interessante e instigante.

Não sei se ele pretende seguir adaptando outros livros da Bíblia, mas adoraria se o fizesse. No mínimo apontou um filão que outros quadrinistas podem vir a explorar.

Clique na foto para saber mais sobre o autor.

Em geral as adaptações da Bíblia para quadrinhos, se resumem a trechos curtos, voltados para crianças, com linguajar adaptado, e ou resumidos.

Crumb foi imparcial, mantendo o texto o mais livre possível de interpretações, modernizações, ou censuras.

Feb
12
2010
3

Calor da Muléstia

Suando por poros nunca dantes transpirados

Suando por poros nunca dantes transpirados

Mas não estou tão parado assim, minha coluna no Ambrosia segue de vento em popa e tenho preparado novas postagens, por demais extensas. Contudo, no calor me comporto como o Jaiminho e “evito a fadiga”.

No que diz respeito à busca por imóveis, em breve o Rio será a Dubai da américa latina. O calorão já temos, imóveis caros também, só que nenhum mega projeto arquitetônico, cheio de favelas e gente escutando música ruim aos berros.

Feb
07
2010
0

Hell and Fire were spawned to be released…

Um serviço de utilidade pública:

O mapa do inferno, pros que desejam cultuar Azathoth, ou evitar o chaosium.

Jan
28
2010
3

Curiosidades #9

Oh my God, it`s full of stars!: (via Adolfo)

RPG do futuro:

Frenético:

A Carne é Fraca:(via Fábio)

Resumindo:

Somos nada de algo que nem fazemos idéia, mas poderemos jogar RPG com mais facilidade em breve.

Achamos bichinhos bonitinhos e apetitosos. Mas estou convencido que carne todo o dia é sim um luxo custoso.

Jan
26
2010
3

6 anos

Rosele: Habitando meu coração desde 2004.

Jan
25
2010
0

Misfits

Não, esta postagem não é sobre a banda com cara de caveira cujos integrantes popularizaram o pega-rapaz mega-giga.

Falo do seriado inglês que teve sua primeira temporada no ano passado e com apenas 6 episódios mostrou, sem muito esforço, tudo que Heroes poderia ter sido.

Porque?

Vou resumir a premissa:

Um grupo de delinqüentes juvenis, com diferentes origens e motivações é reunido num centro comunitário, tendo sido sentenciados a prestar serviços à comunidade.

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Por isso os macacões laranja.

Logo no primeiro dia de trabalho uma tempestade estranha cai sobre a cidade e eles são atingidos por um raio. Isto lhes dá super-poderes.

A historinha parte do mesmo princípio. Pessoas comuns adquirindo poderes especiais e aprendendo a lidar com os mesmos, contudo possui um roteiro simples e enxuto, que não deixa pontas soltas e se preocupa em retratar o dama dos personagens e sua interação, a partir da qual toda a história é construída.

Vê-se logo que é uma produção de baixo orçamento, pois não vemos muitos efeitos especiais. A história se passa em boa parte no mesmo cenário, o tal centro comunitário, o que simplifica a questão de locação.

Na ordem: volta no tempo, provoca libido extremo, ?, leitura de pensamentos, invisibilidade.

Cada episódio tem uns 45 minutos, sem muita embromação. Desde o início uma coisa vai levando a outra e a história vai andando, enquanto somos apresentados aos 5 protagonistas, sempre com algum evento interessante e cenas divertidas.

O maior responsável pela diversão é Nathan, o mala do grupo, que não cala a boca e só sabe falar besteira e pentelhar todos à sua volta.

No 6º episódio chegamos a um climax nada épico, mas que fecha com chave de ouro este primeiro arco. Certamente existe muito potencial e histórias para se contar, portanto fiquei feliz ao descobrir que o seriado ganhou mais uma temporada que deve ir ao ar este ano.

Clique na imagem para ampliar.

Outra coisa que é legal é que o poder de cada um tem a ver com uma característica de sua personalidade. O mega tímido fica invisível, porque ninguém dá bola pra ele; a pirainha faz qualquer um querer transar com ela só com o toque; a garota abrutalhada lê pensamentos pois se importa com o que os outros pensam dela, o cara que arruinou a carreira pode voltar no tempo para evitar que novos erros sejam cometidos; e o chato já tem o poder natural de irritar. :)

Se gosta apenas da fanfarronice, vá assistir Heroes, com suas explosões, raios e tudo mais. Mas se curte uma história bem contada com personagens cativantes, Misfits é atualmente a melhor opção no gênero.

Talvez o sucesso de Heroes tenha servido apenas para incentivar bons seriados ingleses sobre o tema, já que antes de Misfits houve o “No Heroics” que satirizava os heróis e seguia o estilo sitcom. Este não foi adiante, mas parece que os americanos estão criando sua versão do seriado.

Jan
15
2010
0

What is it good for? (em português)

Clique aqui, para a versão em inglês.

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Uma garotinha chamada Rose estava em seu primeiro dia num internato que até o último semestre, havia aceito apenas meninos.

Ela e outros alunos do primeiro ano foram conduzidos até uma sala onde esperariam por um professora ou o diretor, que os apresentaria a escola.

Empolgada, ela começou a falar com seus novos colegas, que estavam conversando sobre o quão maravilhoso era estar ali e se perguntou o que poderia alcançar caso se destacasse neste ambiente. A sala tinha paredes de madeira trabalhada com belos adornos, e bancos também de madeira em todo o redor. Mas a primeira coisa que chamou sua atenção foi uma parede distinta, cheia de placas onde estavam gravados nomes de supostos ex-alunos. Em meio ao alvoroço, ela rapidamente apontou para a parede e exclamou: “Um dia terei meu nome aqui!”

“Espero que não.”, retrucou sobriamente uma voz masculina vinda de trás dela e dos demais alunos.

Ao se virarem, eles viram um homem alto de meia idade, bem tranqüilo e parado no meio da sala com suas mãos nas costas. Ele olhou suavemente em direção a Rose, que estava congelada de vergonha ou medo pelas possíveis conseqüências de uma primeira impressão como aquela, enquanto as outras crianças tentam evitar chamar a atenção na multidão, antecipando uma reação desagradável vinda daquele homem.

Mas, ao invés de gritar por ordem ou repreendê-los, o homem continuou a falar: “Se seu nome chegar a estar entre esses, é porque você terá sido morta em combate. o que, acredito, é uma maneira muito desgradável de deixar esse mundo.

Eu prefiro pensar que nesta instituição nós ensinamos maneiras melhores de se lidar com discordâncias do que apenas lutar.

Você deveria desejar ver seu nome e o de seus colegas em muitas das outras paredes e locais de honrarias que essa escola mantém para lembrar aqueles ex-alunos que lograram conquistar mais em suas vidas, em benefício não apenas desta instituição, mas da sociedade em geral.

Esse lugar tem a tradição de educar grandes mentes. Se é uma guerreira que você quer se tornar, existem lugares bem melhores para onde ir, do que aqui.

Não discordo que uma grande mente é uma grande arma. Mas são muito valiosas para se perderem na guerra.

Uma mente bem instruida, deve estar atenta a nunca se colocar numa situação onde não existe saída que não lutar. Até porque ela é mais eficiente e forte numa situação onde seja possível o debate e a argumentação.

A guerra, por outro lado, é o resultado de uma situação onde não é mais possível argumentar, quando um ou ambos os lados de uma discussão ficam sem idéias ou soluções para um problema a não ser submeter o outro à sua vontade.

Nossa mera existência, hoje, aqui, é a prova de que essa não é a maneira que as disputas devem ser resolvidas. Se nossos ansestrais não soubessem disso, não estaríamos aqui.

Toda nossa sociedade é construída sobre o senso comum que todos nós, fortes, fracos, inteligentes ou burros, partilhamos. O senso de que deve haver uma solução pacífica para todo o problema.

Além de ser mais saudável, é o melhor caminho para a evolução. Quando os dois lados de uma discussão começam a dialogar ambos têm a oportunidade de aprender através da troca de idéias, se tornando mais eficientes em evitar futuros conflitos e também em solucionar o inevitável.”

Ele relaxou os ombros e olhou alegremente para os jovens alunos, que nesse momento estavam todos congelados escutando.

“Agora que tenho a atenção de vocês, por favor sentem-se, para que eu possa apresentar-lhes outros aspectos de nossa escola de forma mais apropriada.”

Então, todos se sentaram nos polidos bancos de madeira encostados nas paredes em torno da sala.

Jan
14
2010
0

Acão Popular

Você mora no Rio de Janeiro e está de saco cheio do metrô?

Acompanhe este blog.

E principalmente, participe deste abaixo-assinado.

Torçamos para que outra concessão, faça bom uso dos preços extorsivos cobrados nas passagens e de toda a grana proveniente das inúmeras propagandas espalhadas nos trens e plataformas.

A atual, só fez criar dificuldades para lucrar ainda mais. Um grande exemplo foi acabar com os bilhetes multiplos, com preços que diminuiam conforme, a quantidade de passagens.

Então as filas cresceram nas bilheterias, pois tanto fazia comprar 1 ou 1000 passagens, sendo o preço o mesmo. Então, após um tempo de apurrinhação pros passageiros, lançaram bilhetes multiplos, na forma de cartões de recarga. Estes, sem desconto algum e com tempo para uso, do contrário o passageiro necessita recarregar o cartão. Mesma falcatrua usada por muitas empresas de telefonia móvel, nos cartões pré-pagos.

Mas não nos esqueçamos das linhas férreas, a Supervia vem fazendo uso das mesmas táticas e aumentando sistematicamente o valor das passagens. Com muito pouca melhora nos serviços.

Resumindo o transporte de massa do Rio continua muito ruim, sem planejamento algum, mas tornou-se uma excelente vaca leiteira para empresários e políticos.

Falarei mais noutro post.

P.S.: Nunca votei no Molon e pouco conheço de sua trajetória, mas ao menos isso ele teve a decência de fazer.

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