Oct
05
2009
1

Fantasia vs Realidade

No código nacional de trânsito o uso da buzina é determinado da seguinte forma:

“Art. 41. O condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina, desde que em toque breve, nas seguintes situações:

I - para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes;

II - fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.”

Mas a carência de barulho que algumas pessoas sentem é demais para aguardar a situação adequada para fazer soar seu brinquedinho.

Sou especialmente averso às buzinas no centro do volante, além da grande chance de serem disparadas inadvertidamente em uma manobra, estimulam a buzinação frequente, pois são atraentes alvos de pancadas em momentos de nervosismo no trânsito. Em alguns carros mais recentes o centro dos volantes são mais suaves e macias para amortecer os golpes.

Podiamos alterar algumas coisas no trânsito para satisfazer esta carência sonora, sem a necessidade do uso da buzina.

Como semáforos com buzinas embutidas que soem sempre que o sinal abrir e fiquem mais estridentes quando o mesmo ficar amarelo.

Contudo isso tiraria certamente o prazer dos buzinadores em atenciosamente alertar os demais motoristas de que o sinal abriu.

Deve ter algo a ver como nossa educação.

Porque a sua inducação, a sua inducação é ouvi muito redebenze!

"O nosso negócio é barulho!"

Oct
01
2009
5

Zeitgeist

via Rico Studio

Zeitgeist (expressão alemã) significa, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo. Poderia ser traduzida como o “espírito do tempo”. Enfim, algo que permeia as mentes das pessoas num determinado momento histórico.

Este filme fala sobre o atual Zeitgeist, focando nos temas que regem as macro mudanças, não apenas nos dias atuais, mas ao longo da história: Religião, Política e Economia.

Atento para o fato de ser um filme de praticamente 2h, portanto recomendo assistir com calma.

É baseado em muitas teorias conspiracionais, e os primeiros 35min lembram muito o Código Da Vinci, principalmente nas correlações questionáveis que faz entre deidades e mitos. As correlações etimológicas são ainda piores.

O que se sabe é que cristianismo, por exemplo, se alastrou sobre várias pequenas crenças, principalmente na Europa, e incorporou muitos aspectos das mesmas.

As religiões modernas incorporaram muito das crenças antigas, adaptando-as ao seu contexto, acredito que não exatamente da forma que é mostrado no filme.

Independente do detalhes sobre como se deram as coisas, e de onde vieram os mitos religiosos, os primeiros 35 minutos de filme são uma mera introdução, para estabelecer a idéia de que a religião (não confundir com fé) como instituição, foi criada para domínio sobre as massas. Uma crença da qual partilho. Isso tudo para mostrar o quão antigo e enraizado na cultura humana, se encontra este método de poder, usado até hoje.

Então, o documentário passa a exemplificar como este método é aplicado na história recente e nos dias de hoje, tomando como exemplo principal o 11 de setembro.

Recomendo outro documentário “The Corporation”. Que conta a história das corporações, e principalmente, como estas passaram a ter direitos iguais aos de uma pessoa porém, com um poder absurdamente maior.

No mínimo é algo que o fará pensar, ou buscar muitas coisas na internet, como eu fiz, afim de comprovar algumas afirmações.

Powered by WordPress | Theme: Aeros 2.0 by TheBuckmaker.com