Dec
21
2009
0

Trem da Central

O problema são os outros.

O problema são os outros.

Na verdade uma cena cada vez mais comum em todo transporte público, ao menos aqui no Rio de Janeiro.

As pessoas se conformam com um transporte ineficiente, dai passam a se conformar com o fato dele ser desconfortável, sem segurança, sujo, barulhento, até que poucos passam a não mais contribuir para a decadência da coisa.

Quando nos damos conta, agradecemos pelo cidadão ao lado urinar na porta, ou no chão e não sobre nós.

Já mencionei a teoria da janela quebrada aqui.

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Oct
05
2009
1

Fantasia vs Realidade

No código nacional de trânsito o uso da buzina é determinado da seguinte forma:

“Art. 41. O condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina, desde que em toque breve, nas seguintes situações:

I – para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes;

II – fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.”

Mas a carência de barulho que algumas pessoas sentem é demais para aguardar a situação adequada para fazer soar seu brinquedinho.

Sou especialmente averso às buzinas no centro do volante, além da grande chance de serem disparadas inadvertidamente em uma manobra, estimulam a buzinação frequente, pois são atraentes alvos de pancadas em momentos de nervosismo no trânsito. Em alguns carros mais recentes o centro dos volantes são mais suaves e macias para amortecer os golpes.

Podiamos alterar algumas coisas no trânsito para satisfazer esta carência sonora, sem a necessidade do uso da buzina.

Como semáforos com buzinas embutidas que soem sempre que o sinal abrir e fiquem mais estridentes quando o mesmo ficar amarelo.

Contudo isso tiraria certamente o prazer dos buzinadores em atenciosamente alertar os demais motoristas de que o sinal abriu.

Deve ter algo a ver como nossa educação.

Porque a sua inducação, a sua inducação é ouvi muito redebenze!

"O nosso negócio é barulho!"

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