Oct
01
2009
5

Zeitgeist

via Rico Studio

Zeitgeist (expressão alemã) significa, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo. Poderia ser traduzida como o “espírito do tempo”. Enfim, algo que permeia as mentes das pessoas num determinado momento histórico.

Este filme fala sobre o atual Zeitgeist, focando nos temas que regem as macro mudanças, não apenas nos dias atuais, mas ao longo da história: Religião, Política e Economia.

Atento para o fato de ser um filme de praticamente 2h, portanto recomendo assistir com calma.

É baseado em muitas teorias conspiracionais, e os primeiros 35min lembram muito o Código Da Vinci, principalmente nas correlações questionáveis que faz entre deidades e mitos. As correlações etimológicas são ainda piores.

O que se sabe é que cristianismo, por exemplo, se alastrou sobre várias pequenas crenças, principalmente na Europa, e incorporou muitos aspectos das mesmas.

As religiões modernas incorporaram muito das crenças antigas, adaptando-as ao seu contexto, acredito que não exatamente da forma que é mostrado no filme.

Independente do detalhes sobre como se deram as coisas, e de onde vieram os mitos religiosos, os primeiros 35 minutos de filme são uma mera introdução, para estabelecer a idéia de que a religião (não confundir com fé) como instituição, foi criada para domínio sobre as massas. Uma crença da qual partilho. Isso tudo para mostrar o quão antigo e enraizado na cultura humana, se encontra este método de poder, usado até hoje.

Então, o documentário passa a exemplificar como este método é aplicado na história recente e nos dias de hoje, tomando como exemplo principal o 11 de setembro.

Recomendo outro documentário “The Corporation”. Que conta a história das corporações, e principalmente, como estas passaram a ter direitos iguais aos de uma pessoa porém, com um poder absurdamente maior.

No mínimo é algo que o fará pensar, ou buscar muitas coisas na internet, como eu fiz, afim de comprovar algumas afirmações.

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Aug
31
2009
1

Criando seu culto

via abstinencia de sentidos

Com esse passo-a-passo, só falta se livrar dos seus escrúpulos para aplicar estas técnicas.

Não por acaso, as mesmas que vêm sendo praticadas ao longo da história por todas as religiões e muitos grupos políticos. Seja religiosa ou política, uma crença é sempre uma crença.

O vídeo me fez lembrar muito do “Clube da Luta” um excelente filme que mostra, a formação “acidental?” de um culto em torno do dito clube.

E apesar das regras (principalmente as duas primeiras):

#1 – The first rule of Fight Club is, you do not talk about Fight Club.

#2 – The second rule of Fight Club is, you DO NOT talk about Fight Club.

#3 – If someone says stop, goes limp, taps out, the fight is over.

#4 – Two guys to a fight.

#5 – One fight at a time.

#6 – No shirts, no shoes.

#7 – Fights will go on as long as they have to.

#8 – If this is your first night at Fight Club, you have to fight.

A coisa só crescia.

Budah, Moises, Jesus, Maomé,... Tyler Durden, o messias do caos.

Budah, Moises, Jesus, Maomé,... Tyler Durden, o messias do caos.

Até que virou o Project Mayhem.  Daí foi ladeira abaixo.

Cultos duram pouco, os que não acabam logo, viram religião.

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Jan
12
2009
0

Vivendo em paz.

Aconselho ler todo o blog, mas confesso que não teria lido se não conhecesse o Sebá e veja nisso uma forma de conversar com meu amigo.

Contudo este post tem uma das passagens mais interessantes sobre convivência mútua.

Ao meu ver o cristianismo e o pensamento ocidental de forma geral, ensinam que eu devo melhorar o mundo ao meu redor para me sentir bem e ser feliz.

As religiões orientais moldaram outra forma de pensar naquelas bandas, que é justamente o inverso: Devemos nos melhorar e nos sentir bem, com isso o mundo ao nosso redor mudará, ou porque o veremos de outra forma ou porque se todos buscarem evoluir o mundo e a sociedade evoluirá junto.

Não digo que um pensamento seja melhor que o outro, ambos são válidos para a vida em sociedade, porém a prática me convence que antes de ajudar ao próximo eu devo estar bem comigo mesmo, do contrário a sensação de estar sendo puxado para baixo é grande e no final todos acabamos precisando igualmente de ajuda.

Isto sem falar do acômodo que certas pessoas tendem a assumir quando se contentam em viver às custas dos demais, na certeza que serão auxiliadas de alguma forma.

Tomo para mim e tento viver seguindo os preceitos de aperfeiçoamento próprio e por isso passa certamente a boa vontade com os demais que se demonstram interessados em evoluir, até porque todos precisamos de uma ajuda alguma hora.

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