Apr
14
2009
2

Nova lei de incentivo cultural?

Esta é a hora de reclamar,  macacada. Depois não tem chororô.
A proposta para modificar a Lei Rouanet está aberta e exposta para todos lerem no site do MINC (Ministério da Cultura) para todos meterem o malho. Vale a pena visitar o site porque considero o único site decente do nosso governo. Construído todo na mesma plataforma que este humilde blog. Sim, o site é todo em wordpress e permite comentários dos leitores em quase todos os assuntos abordados. Inclusive,  é claro, nos tópicos falando sobre a nova proposta de lei. Muita gente já largou o dedo (no teclado, veja bem) e deixou enormes críticas e uns poucos elogios.
Se quiser dar sua opinião tem até 06/05 para entrar nos links acima e mandar ver.
Acho no mínimo uma iniciativa interessante a exposição do texto da lei para que todos deixem sua opinião.
Fica aqui a proposta. Porque não criar uma lei que obrigue a todos os sites governamentais e de serviços públicos serem tão eficientes quanto o portal do MINC?
Mas já existe Gov.br. Que novidade! Mais uma lei ignorada.

Obs: uma das imagens que se alternam no cabeçalho do site é um pedaço de uma das ilustrações do Rodrigo para a nossa HQ A Carta que foi contemplada com o apoio da lei pelo MINC, mas segue em busca de um patrocínio.

Voltando. Li e me informei sobre a proposta. Acabei confirmando o que já imaginava.
Estão trocando 6 por meia dúzia.

Porque?
Pra começar, a maioria das pessoas que se manifestou está contrária à mudança. Uns por estarem satisfeitos com as coisas como estão e/ou temendo perderem sua bocada já toda esquematizada, outros, eu incluso, por perceberem que a nova lei não altera os pontos em que a lei atual é falha.

Não vou me limitar a debater pontos específicos da proposta em questão. Vou apenas expor minha visão de como deveria ser de fato uma lei de incentivo cultural.
Ao meu ver, ambas as leis atual e (futura?) estão erradas por partirem do mesmo princípio. Dar dinheiro ou esmola pros artistas e sustento a alguns cochados.

Não exatamente...

Não exatamente...

Uma lei de incentivo cultural deveria primar por garantir uma produção cultural e divulgação de nossa cultura, tanto aqui como no exterior. E principalmente cultivar uma indústria cultural brasileira que deve gradativamente, se desenvolver, cada vez mais independente do apoio do governo.

Basicamente, a nova lei passa boa parte do poder de decidir quais projetos receberão de fato os benefícios, das empresas para o governo.  Mas nada na lei nos assegura quais critérios serão utilizados, seja por que grupo o MINC escolha para decidir quais projetos serão ou não considerados dignos do apoio direto do governo. A noção de cultura descrita no texto da lei é bem ampla, e aberta a discrepâncias de patrocínios como os que vemos hoje.

Cirque de Soleil, Tim Festival, e tantos outros exemplos da cultura nacional,…

Cirque de Soleil, Tim Festival, e tantos outros exemplos da cultura nacional,…

Atualmente vemos projetos estrangeiros e/ou de valor cultural questionável tirando proveito da lei.
Tal lei deveria incentivar única e exclusivamente projetos criados e executados no Brasil, por brasileiros e que, no caso de obras literárias ou que narrem alguma história, que sejam estas passadas no Brasil ou vivenciadas por brasileiros.
Afinal de contas de que vale um incentivo cultural feito por um país, se não para fomentar e divulgar o próprio?

Não sou xiita. Gosto de muitas produções estrangeiras, mas convenhamos que estas não devem receber incentivo com nosso dinheiro de imposto, quando não trarão retorno algum para o país.
Outra falha na lei atual que não foi corrigida nesta reformulação é a falta de incentivo aos artistas iniciantes.
Vemos muitos projetos de artistas consagrados que obteriam, ou deveriam obter por conta própria apoio de empresas por serem famosos e naturalmente atraírem público para seus projetos.
Não devemos tentar medir fama ou excluir ninguém da possibilidade de patrocínio, mas seria prudente elaborar uma maneira de evitar o que vemos hoje. As famosas panelas que vivem em função da lei, por terem nome ou conchavos e sugam das empresas quase todo o potencial que estas possuem para patrocinar. Deixando apenas migalhas para os desconhecidos, que poderiam se beneficiar da lei para adentrar no mercado. Muitos vivem em função da lei que, ao invés de estimular o surgimento de empreendedores neste mercado, vicia tanto os investidores quanto os criadores de projetos num sistema que busca obter um máximo de lucro além do incentivo fiscal já concedido.
Novos artistas poderiam mostrar não apenas novas propostas culturais, mas também permitiria o surgimento de novos talentos. Desta forma a lei não apenas estaria incentivando a cultura de forma mais diversificada, mas também aumentando ainda mais o número de produtores no meio, e descentralizando a produção cultural no país que hoje continua limitada a poucos grupos e nomes.
Grandes criadores e produtores, que já possuem nome e experiência suficientes para caminhar com suas próprias pernas, precisam ser desmamados com o tempo. Hollywood não produz inúmeros filmes anualmente, muitos dos quais com orçamentos enormes, com apoio do governo de lá. O que existe por lá são produtores empreendedores que de fato conhecem a indústria e sabem o que dará retorno ao seu investimento. Aqui o produtor não tem dinheiro algum. É um mero intermediário entre a empresa e o artista. Basicamente um lobista.
Aqui ninguém quer investir de fato, e isto não é um problema da cultura apenas. Ou seja, faltam empresas especializadas em financiar obras culturais. O que temos hoje são empresas dos mais diversos ramos, cujos departamentos de publicidade buscam apenas projetos que se enquadrem nos planos de divulgação da empresa.
Não pensam no projeto em si e no potencial que tem para atrair público A ou B.
Não podemos culpá-las. Sua finalidade não é financiar projetos culturais, mas divulgar da melhor maneira possível sua marca.
Fato é que necessitamos de algum mecanismo na lei, que leve à formação de fato de uma indústria cultural, aí o dinheiro investido estaria valendo a pena e não seria apenas uma torneira que  fará a cultura nacional naufragar no dia em que fechar. Ou alguém tem dúvida que se um dia suspenderem o incentivo fiscal a festa acaba? Do jeito que está hoje, todas essas produções entram em colapso.
Pelo menos não teremos de aturar “Se eu fosse você 3”.

Por outro lado,  este é um exemplo de projeto que não depende de incentivo cultural para acontecer, pois obtém grande retorno de bilheteria que certamente paga o projeto e dá lucro aos investidores.

 Mas nosso governo, pelo que as mudanças propostas indicam, só quer mesmo é mais poder sobre o dinheiro que rola nos patrocínios culturais. Se vão embolsar, ou apenas usar para incentivar mais filmes sobre o Lula eu não sei. Mas de forma alguma significa melhoria na produção cultural.

Um dos argumentos levantados para se alterar a lei, é que o sudeste recebe absurdamente mais dinheiro de patrocínio que as demais regiões.
Será por que é aqui onde existe absurdamente mais gente e empresas?

I wonder...

I wonder...

Mas para aumentar os investimentos culturais no restante do país, a opção mais correta, dentro da lei vigente, seria realizar uma campanha entre as empresas que atuam nestes lugares e incentivá-las a buscar projetos para obter os incentivos e incentivar a cultura nacional.

Outra distorção alegada é a de que apenas 3% dos projetos submetidos recebem quase 50% de todo o dinheiro que as empresas se dispõem a oferecer.
Concordo que deve haver mais distribuição, pois isto tende a ajudar artistas iniciantes e pequenos grupos que podem crescer com a chance de se exporem ao grande público.
Isto não deve mudar nesta nova proposta. Pois sempre haverá uma minoria de projetos que são sim mais custosos que a maioria e receberão mais dinheiro. O que deve acontecer é: uma redução de quantidade de projetos acima de determinado valor e aumento de pequenos projetos, ou aumento da quantidade de projetos caros, diminuindo o número de projetos baratos, para aumentar este percentual e fazer propaganda de que o governo com a nova lei aumentou o percentual de distribuição da grana. Quando o que ocorreu foi o contrário. Menos projetos serão beneficiados.
Sou pessimista e em se tratando de um governo que adora divulgar inverdades:

“O Real se valorizou em relação ao Dólar!”

“O Real se valorizou em relação ao Dólar!”

Tenho para mim que a segunda opção é a mais provável.

Atualmente o governo já estuda e seleciona os projetos que julga merecedores de apoio da lei e que têm direito a captar incentivo. Mas isto é feito de forma branda e teoricamente mais idônea, pois não é o MINC quem dá a grana de fato. O projeto que se vire para arranjar o dinheiro e a maioria nunca consegue. Em boa parte por falta de bons contatos.
Contudo, o governo aprovou os projetos estrangeiros já citados, o que é algo questionável. Com a faca e o queijo na mão do governo, as chances são grandes de novas surpresas.

Uma curiosidade desta possível nova lei, seria a criação do vale cultura. VC?Algo perigoso.
Se for um benefício pago ao trabalhador, sobre o qual a própria empresa possa obter incentivo fiscal, será excelente. Qualquer empresa estará automaticamente incentivando a cultura, ou o consumo cultural dos seus funcionários. Contudo, ainda existem outras questões.
Por exemplo: Eu ganho parte do meu salário em vale cultura. Mas eu posso gastar em qualquer lugar? Como por exemplo assistir a um filme estrangeiro? Ou apenas para ir a projetos culturais também financiados pela lei? A segunda possibilidade seria a mais coerente.
Este benefício poderia ser estendido às instituições de ensino e possivelmente uma opção mais viável para substituir as meias entradas que são um grande transtorno para a população e empresários do setor, pois do jeito que é hoje o governo não financia as meias entradas e o resultado disto é que os ingressos acabam dobrando de preço. Logo, quem não tem o benefício paga o dobro e quem tem paga o preço real e não metade.

Podemos ver que é algo bem confuso. Mas se estudarmos com calma os modelos de produção cultural bem sucedidos ao redor do mundo e idealizarmos um objetivo para o Brasil, uma meta de produção cultural, é possível sim traçar um planejamento de como atingir esta meta e, se necessário a legislação que auxilie este planejamento.

Resta verificar se toda a verborragia registrada no site do MINC será levada em conta pelos que de fato decidem.

Heil!!!

Heil!!!

Share
Feb
17
2009
0

Contato

Falha grave a minha, ter esquecido de inserir uma tela de contato no blog.

Mas isto já foi corrigido, como podem ver no topo da tela. Inclusive disponibilizei o e-mail do domínio “contato@carlosfelipe.net” pra ficar tudo redondo. 

A quem interessar usei o formulário pronto, disponível para wordpress, chamado contact form 7 mas como, pra variar, o método de instalação não é muito claro, segue um link onde existe um tutorial explicando de forma simples e fácil como fazer o formulário funcionar.

Aliás neste link tem vários tutoriais de wordpress.

Share
Jan
08
2009
0

WordPress ou: Como parei de me preocupar e instalei o maldito blog.

Algumas dicas para quem pretende ter um blog.

Criar um blog é uma coisa muito chata, espero que manter um seja mais interessante.

Bom, pelo menos eu posso postar e dizer o quão trabalhosa é esta empreitada e deixar o aviso aos incautos para não se sentirem frustrados ou menos competentes.

Um pouco mais complicado que isto.

Um pouco mais complicado que isto.

Não farei uma análise da usabilidade dos serviços, mas é fato que 90% dos problemas encontrados passa pela falta da mesma.

Recomendo um forte motivo para se ter um blog. Você saberá o quão forte este motivo é o quanto você avançar na criação. Se desistir no meio aceite a derrota e descubra uma razão mais forte.

– Qualquer um pode ter um blog?

Criar um blog não é tão simples como parece. Esta é a primeira conclusão a que cheguei logo no meu primeiro contato com este universo alguns anos atrás.

A idéia que eu tinha era de que qualquer um poderia ter seu “site” tal a facilidade que era criar um blog e postar. Muitas pessoas que possuem blogs não têm conhecimento algum de HTML que dirá de linguagens mais complexas, logo eu poderia ter um num piscar de olhos bastava querer.

Devo admitir que o blogger.blogspot é um serviço bem tranqüilo. Você é conduzido por um passo-a-passo e termina com um blog. Se as suas pretenções terminam ai está tudo muito bem, mas pobre de quem decide se empolgar e inventar coisas que fujam ao B+A=BA.

Os temas são pouco maleáveis e a mera substituição de uma imagem no cabeçalho já significa adentrar o código HTML e buscar onde aquela imagem deve ser referenciada. E tem que ser uma imagem online. Nada de inserir imagens que estejam no seu computador, não existe esta opção.

A partir dai um usuário comum já desiste de inovar e se conforma com o que tem.

No caso do blogger algumas funcionalidades são mais automatizadas, por ser este um serviço da Google, os demais serviços da empresa tendem a se encaixar bem em qualquer blog.blogspot.

– Mas eu não sou leigo e quero algo a mais.

Então prepare-se para bater cabeça. Criar um blog com “algo a mais ” é quase tão trabalhoso quanto criar um site do zero. A diferença é que mesmo sem conhecer linguagens dinâmicas, como é o meu caso, você poderá fazer uso das mesmas. Mas é fundamental ter ao menos uma noção de HTML e CSS, porque o “algo a mais” deve sempre ser inserido direto no código. Inclusive alguns pluggins mais recentes necessitam de adaptações.

Não este css.

Não este css.

Uma coisa leva a outra e logo você chega à conclusão de que não adianta insistir com o .blogspot, você precisa ter um domínio próprio e hospedar seu site num provedor que suporte PHP e outras frescuras.

Comece a entender de FTP, URL, etc… A minha experiência prova que a maioria das pessoas não sabe diferenciar domínio de provedor, mesmo sendo usuários de internet.

Ou seja, aquele jornalista ou aquela garotinha de 13 anos que têm blogs super transados e criativos? Pagaram alguém pra fazer ou têm bons amigos no ramo.

Outro amigo.

Outro amigo.

– WordPress a salvação da lavoura!!

E mais do que nunca, só pra quem conhece do babado.

Comece entendendo que o wordpress não é um serviço, mas dois.

Isto faz uma enorme diferença, pois no começo eu não entendia a diferença entre os sites wordpress.com e wordpress.org. E isto não está óbvio em nenhum dos dois.

Pode ser culpa da relativa boa experiência de usabilidade que tive com o blogger, ajudando minha noiva a criar seu blog mas me senti bastante confuso ao navegar por ambos os sites.

Com o tempo se percebe que o wordpress.com é um .blogspot da vida, só que menos amigável e mais limitado na minha opinião.  A idéia de ser um blog wordpress, tão bem falado provoca a ilusão de que haverá uma infinidade de possibilidades além, mas o que você encontra é o mesmo feijão com arroz, e lamba os beiços.  Alguns extras são oferecidos mediante pagamento!

O wordpress.org é que é o tão alardeado WordPress.  Mas como entrei no site com a idéia fixa de se tratar de um serviço superior ao do blogger e me perguntando: “Onde eu crio esta porcaria de blog?”, não atentei para o tímido link na tela inicial (Learn more about WordPress). Apenas depois de me frustrar com os extensos e enrolados textos da “in-famous  5 hour installation”, e comecei a vasculhar todo o site a esmo, é que acabei me deparando com a tela para onde link acima levava. No 3º parágrafo está a distinção entre ambos.

 

Como não havia percebido antes?!

Como não havia percebido antes?!

OBS.: Uma dica de usabilidade e arquitetura da informação seria evidenciar mais esta distinção em ambos os sites. Pouparia tempo das pessoas se perguntando sobre o porquê de ter de baixar o wordpress num site se no outro eu já foi criado um.

Então no fim das contas o wp.com nada tem a ver com o wp.org? Mais ou menos.

Ao menos agora eu sei que estou no caminho certo e terei meu blog aberto a modificações. Só resta arregaçar as mangas e encarar a instalação sacal, convencido de que estou criando um site e não apenas um blog. Convencido também de que se eu queria ter o site no ar eu deveria buscar as informações no Google, e não no site do wordpress.org onde cada explicação gera mais dúvidas que soluciona.

OBS.: Quanto piores os sites mais dinheiro o Google ganha. Pensem nisso. No caso do wordpress, tudo de que necessito poderia estar ali, o site é enorme e repleto de explicações e hiperlinks internos, mas é tudo tão mal escrito e segue uma lógica tão artificial que você é obrigado a buscar em outros sites usando o Google.

– Daí em diante a coisa flui.

Felizmente não estou sozinho nisso e existe uma infinidade de sites e fóruns com excelentes explicações para cada dúvida. 

Encontrei, inclusive, um que explica como instalar o wordpress no servidor gratuito que já havia decidido experimentar. Tava até fácil demais.

Ainda assim é um processo trabalhoso, e você precisa ter as ferramentas adequadas para operar os códigos, além de um conhecimento mínimo sobre manutenção de sites. Algumas dicas voltadas para usuários menos experientes podem acabar causando mais transtornos, como o conselho de se instalar um uploader de FTP para colocar o site no ar.

O meu provedor, por exemplo, possui um sistema de gerenciamento de arquivos que dispensa qualquer outro programa e é bem fácil de operar, ou tão complicado como um programa específico.

E repito, isto só leva 5 minutos se o seu trabalho for colocar blogs no ar diariamente. Ao menos o blogger foi mais honesto em dividir a criação dos seus blogs em “3 passos simples”, se você levar 5 minutos ou 5 dias não é problema deles.

– Enfeitando o pavão.

Este é o principal motivo da instalação não levar apenas 5 minutos. A graça de se dar ao trabalho de criar um domínio, encontrar um provedor e ter subir um site é você ter um blog à “sua imagem e semelhança”.

Os themes, ou visuais disponíveis para este modelo de wordpress são diversos. Já tendo em mente o que você deseja é fácil encontrar um que seja ao menos próximo e exija poucas modificações. Para minha surpresa e conforto encontrei um que me exigiu pouco trabalho, basicamente troquei apenas a imagem de fundo para manter a relação com meu antigo site que agora é apenas meu portfolio e porque eu gosto do meu teclado encardido, além de outras questões semânticas que esta imagem invoca.

Mas é possível fazer de tudo com o visual, sabendo usar CSS e HTML. O mérito do wordpress é que seus códigos estão de acordo com as normas e sugestões da W3C, tudo está bem organizado e geralmente comentado.

Ao acrescentar e remover plugins e widgets acabei descobrindo que o cadastro no wordpress.com não é inútil no fim das contas, pois você precisa dele para ativar alguns e também para inserir outras características que só então se tornam disponíveis no painel de controle do wordpress.org. Mais uma forma de complicar a vida do usuário, obrigando-o a monitorar sempre dois cadastros.

Isso simplificaria as coisas.

Usuário insatisfeito.

– Finalmente o blog!!

E o importante é o aprendizado depois de horas e dias. Transformei uma semana inútil neste lugar para falar o que me der na telha e expor meus trabalhos. Este primeiro post fica como uma introdução sobre blogs, com informações que se eu tivesse antes, me facilitariam muito a vida.

No momento ainda existem alguns ajustes finos mas isso vai com o tempo.

Ao vencedor as batatas.

Ao vencedor as batatas.

Share

Powered by WordPress | Theme: Aeros 2.0 by TheBuckmaker.com