Jul
30
2009
0

BF 1943

O BF 1943 é uma versão mais enxuta e moderna do jogo original, Battlefield 1942.

Gostei da mistura das classes, pois dá mais liberdade de jogo, possibilitando que um sniper, por exemplo, faça algo além de escolher um canto e fique alí até matarem ele.

Provavelmente a EA estava sendo perturbada pelos fãs, para que fosse criada uma versão atualizada do 1942, já que nenhuma das seqüências agradou tanto quanto o original. Então eles fizeram rapidamente esse jogo que retorna ao cenário predileto (Segunda Guerra), com melhores gráficos, possibilidade de montar esquadrões e outras coisinhas, tiradas do BF2.

Eles não estão fazendo grande divulgação e devem estar esperando pra ver se o jogo cai de fato no gosto dos fãs. Se der certo, é bem provável que eles atualizem com novos mapas, e até quem sabe classes novas.

É esperar pra ver. Eu acredito que seja divertido de qualquer jeito. Ainda me amarro no original e só não jogo por falta de tempo. Se tivesse grana, certamente montava uma mini-lan em casa pra reunir a galera e jogar BF.

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Mas a ausência do médico será sentida. Acabou a mamata de ressuscitar companheiros ou ficar se curando enquanto vai de um lado ao outro.

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Jun
16
2009
2

Spore

Conquistar o restante da galáxia, só requer tempo e paciência. Porque o jogo em si não oferece desafios além de exaustiva repetição de tarefas.

A única inovação é a possibilidade de modelar tudo que sua raça cria, contudo, é uma modelagem estética e não faz diferença alguma se você fizer uma arma bonitinha e super arrojada, ou um trambolho horrível que contenha as mesmas peças que a anterior, mas sem modelagem alguma.

Dá no mesmo.

Dá no mesmo.

O mesmo vale para a modelagem da espécie ao longo do processo evolutivo. Eu por exemplo coloquei quatro olhos no bicho, dois na frente e dois atrás, crente que isto daria uma vantagem de percepção à espécie, mas logo percebi que o que importava era a quantidade e não o posicionamento dos elementos, ou seja, se eu colocasse os quatro olhos enfileirados e apontados pro mesmo lado, eu teria o mesmo resultado. No fim é com eu disse, a aparência de sua espécie acaba sendo muito mais estética e menos associada a funções e vantagens evolutivas. Me fez perder o total interesse em testar combinações distintas de características físicas, pois no fim, o jogo tende a ver a forma humanóide como a melhor e mais adaptável a todos os aspectos necessários para se obter uma espécie soberana.

Agora que o “muito barulho por nada” que a Maxis gerou em torno do jogo antes do lançamento silenciou, com a retumbante decepção da maioria dos jogadores, eles estão buscando formas de aproveitar este sistema deles para outros tipos de jogos.

O Galatic Adventures é uma idéia interessante, pois usa a ferramenta de moldar coisas, que é o diferencial do jogo, para que os jogadores criem seus jogos e histórias. Talvez mais interessante que o original, mas com uma grande falha, que foi na minha opinião a derrocada do antecessor. A maioria dos jogadores é preguiçosa e joga por lazer, não para trabalhar. Ter de montar todo um cenário e adversários é trabalhoso, mesmo com a ferramenta do jogo, e cansa mais do que relaxa.

Contudo, vejo mais mercado aí do que no original. É possível que agrade a um nicho específico de pessoas que curtem modelagem e/ou criação de jogos. Se for possível gravar as aventuras criadas para que outros as joguem, pode ser bem interessante e gerar uma comunidade em torno deste jogo, de pessoas que trocam aventuras entre si.

Diria até que seria algo mais próximo de RPG do que os muitos jogos que vemos por aí. Pois teremos a figura do “mestre” criando todo o cenário e personagens e os jgadores que deverão interagir ali. Mas ainda teria a falha crucial, que é a improvisação que só um verdadeiro jogo de RPG permite, quando um jogador pensa além e força o mestre a improvisar um caminho alternativo que ele não havia cogitado anteriormente. Isto não é possível num jogo eletrônico, ao menos, ainda não.

Então retiro o que disse. O RPG permanece único.

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Jun
03
2009
0

Wii que se cuide

Assistindo a esses vídeos, confirmo minha sábia decisão em não sair gastando meu rico dinheirinho num console, e aguardar os próximos capítulos desta nova fase dos jogos eletrônicos.

É verdade que se eu tivesse dinheiro, teria comprado ao menos o wii e mais um, PS ou XBox. E talvez tivesse escolhido o PS.

E eis que o XBox, que eu via correndo por fora, parece tomar a frente.

Tenho visto com bons olhos o console da (eca!) Microsoft que carrega todo este estigma de coisa meia-boca. Os pontos favoráveis são: qualidade gráfica dos jogos no nível do PS3, mais barato que o PS3, bons jogos e agora joystick free. :)

Nada de imitação do Wii

Nada de imitação do Wii

Logo que o Wii saiu eu achei maravilhoso, mas ainda não vimos um jogo de primeira que use muito bem o grande diferencial dele que é o Wiimote.

A maioria são jogos que são divertidos de se jogar entre amigos, mas que não têm grandes atrativos por si só. 

A maioria das propagandas foca nisso.

A maioria das propagandas foca nisso.

O Wiimote é legal, mas tem suas falhas, pois registra movimentos determinados e quando usei ambos os controles ligados pelo fio, a minha sensação foi de que se me empolgasse muito podia arrebentar o fio que julguei muito curto. 

Tente dar um belo cruzado com essas algemas.

Tente dar um belo cruzado com essas algemas.

Então, apesar de empolgado com a novidade e tudo, ponderei o que aconteceria no futuro próximo. Ou a Nintendo lançaria um novo console, com melhor sensor, jogos e tudo mais, para os concorrentes não terem mais vez, ou os concorrentes lançariam novos consoles com sensores de movimento e chutariam a Nintendo pra escanteio novamente, onde ficaria fadada a jogos infantis e correndo por fora.

Uma coisa era certa. Era preciso esperar a geração seguinte de consoles. XBox promete, e ainda faltam a Sony e a Nintendo se manifestarem para aí sim, vermos o que vale a pena.

Como sensores de movimento são a nova onda, tudo que veio antes será esquecido. Em pouco tempo, ter um console com joystick será o mesmo que hoje é ter um com cartuchos.

Quem gastou as economias nesta última geração de consoles (principalmente no PS3) pode amargar uma grande frustração.

Mas é certo que o joystick não vai morrer de imediato. A preguiça ainda impera entre os jogadores e relaxar, sentado, apenas movendo os dedos no joystick ainda será uma opção para quando não tivermos saco de ficar pulando e correndo diante da TV ou não tivermos uma sala espaçosa e uma TV enorme. 

Uma coisa é certa, sensor de movimento foi feito pra vender TV grande.

Se com controle nego já se arrebenta, imagina sem. O que vai ter de TV sendo socada...

Se com controle nego já se arrebenta, imagina sem. O que vai ter de TV sendo socada...

 

Atualização: 03/06

A Sony mostra que não está muito atrás. Veja.

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