May
13
2010
1

Ossos do Ofício

A falta que faz uma pessoa pensando na comunicação visual de um conteúdo, na arquitetura de sua informação e na usabilidade do meio, geralmente só é percebida tardiamente.

Muitas vezes somos vistos como meras ferramentas. Nestes casos o resultado é pouco satisfatório.

Por vezes nos vêem como instituições de caridade para as quais nos fazem o favor de oferecer serviço.

E poucas vezes, quando o resultado é menos que satisfatório, conseguem identificar a razão. Se negam a acreditar que um detalhe como não terem pago alguém para “embonecar” o produto ser o motivo do fracasso.

De fato, no que diz respeito a embelezar as coisas, ou “enfeitar pavão” talvez um programador visual não seja a melhor opção. Para isso, chame o artista plástico de sua preferência.

Prefiro me classificar como comunicador visual. O termo designer está cada vez mais vago. Traduzindo, significa projetista.

Desta forma pode se aplicar a qualquer função que exija da pessoa um planejamento prévio, para projetar como aquela tarefa será executada.

Infelizmente, hoje qualquer um se denomina projetista de algo, mesmo que não saiba conceber um projeto, ou mesmo precise fazê-lo, e trabalhe apenas segundo seus instintos, enquanto seu gosto agradar a clientela. Ou apenas técnica.

Por isso fico feliz quando vejo trabalhos de real significado sendo associados ao que faço. Como este.

Qualquer um que já teve de preencher o formulário do IR, mesmo o digital, sabe a falta que faz uma boa interface.

De que vale um carro sem volante? Ou com um painel ilegível?

Estas são as interfaces que um motorista tem com seu veículo, a forma como nós interagimos e percebemos em boa parte um carro.

A interface que temos com documentos, e todo o tipo de conteúdo visual, seja gráfico, ou virtual é sua apresentação.

Um bom programador visual pode levar um produto ao sucesso. Não se furte a contratar um (eu por exemplo).

Visite meu portifolio.

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