Aug
11
2009

Paschendale

Passchendaele foi uma das mais sangrentas e duradouras batalhas da Primeira Guerra.

O link da wikipedia explica bem, e inclusive diz que Hitler lutou nesta batalha, mas nada como ouvir de quem vivenciou de fato.

Harry Patch, um dos últimos ex-combatentes da Primeira Guerra ainda vivos, morreu algumas semanas atrás. Ficou anos sem comentar sobre o que passou ali, mas já no final da vida, em 2004, decidiu partilhar um pouco do horror.

Do outro lado temos a narrativa bem similar do alemão Erich Paul Remark.

Tem o filme pros preguiçosos, mas o livro é uma boa leitura e curtinho.

“Nada de novo no Front” é tão anti-belicista ao mostrar o sofrimento da guerra e pesar isso com os “louros”, que levou Remark a ser caçado durante o regime nazista.

Ainda falando do drama da guerra, um postal enviado por um soldado americano capturado pelos japoneses na segunda guerra e a resposta de seu pai.

Para ilustrar e diluir um pouco a depressão, ficam as dicas:

Filme de 2008 narrando a batalha de forma romanceada, mas bem sanguinolenta. (Aconselho não verem todo o trecho, por estar com muito spoiler)

E a música homônima do Iron Maiden, com legenda e tudo neste clipe.

OBS.: Esta postagem contou com a ajuda de Roberto (o pardal, o elfo) Zarour, Sebastian “Sebá” Valle e Rosele (a bela).

Atualiazação (03/12/2009):

Excelente decupação da letra aqui.

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2 Pitacos »

  • Seba says:

    Você ia pirar no museu da guerra em Manchester. Tinha dezenas de cartas como essa do americano preso pelos japoneses, porque a exposição era só sobre P.O.W.

    Tinha planos de fuga mirabolantes e vários funcionaram.

    Cada ano tem um tema diferente.

  • Rosele says:

    Quanto sofrimento, traumas e dor uma guerra pode causar?

    A carta é triste. Mas é emocionante.
    Que o mundo a leia!

    Um trecho de “War Pigs” do Black Sabbath. Tudo a ver!

    “Gen’rals gathered in their masses,
    Just like witches at black masses
    Evil minds that plot destruction,
    Sorcerer of death’s construction
    In the fields the bodies burning,
    As the war machine keeps turning”

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