Jul
30
2009
0

BF 1943

O BF 1943 é uma versão mais enxuta e moderna do jogo original, Battlefield 1942.

Gostei da mistura das classes, pois dá mais liberdade de jogo, possibilitando que um sniper, por exemplo, faça algo além de escolher um canto e fique alí até matarem ele.

Provavelmente a EA estava sendo perturbada pelos fãs, para que fosse criada uma versão atualizada do 1942, já que nenhuma das seqüências agradou tanto quanto o original. Então eles fizeram rapidamente esse jogo que retorna ao cenário predileto (Segunda Guerra), com melhores gráficos, possibilidade de montar esquadrões e outras coisinhas, tiradas do BF2.

Eles não estão fazendo grande divulgação e devem estar esperando pra ver se o jogo cai de fato no gosto dos fãs. Se der certo, é bem provável que eles atualizem com novos mapas, e até quem sabe classes novas.

É esperar pra ver. Eu acredito que seja divertido de qualquer jeito. Ainda me amarro no original e só não jogo por falta de tempo. Se tivesse grana, certamente montava uma mini-lan em casa pra reunir a galera e jogar BF.

w

Mas a ausência do médico será sentida. Acabou a mamata de ressuscitar companheiros ou ficar se curando enquanto vai de um lado ao outro.

Share
Jul
28
2009
1

Sita Sings the Blues

O que começou com o fim de um romance, terminou com uma excelente animação.

Assista aqui!

Aproveite pois é de graça, mas cuidado, pois é daquelas obras que você fica com vontade de comprar e dar alguma ajuda.

Tirando as músicas e algumas das vozes, o resto foi tudo criado pela animadora Nina Paley. São três desenhos em um, muito bem entrelaçados para narrar uma só história atemporal.

Fora a qualidade do trabalho, outras coisas me atraíram:

Aprendi um pouco mais sobre os mitos indianos.

Descobri Annette Hanshaw. Muito boa cantora e de quem nunca ouvira falar.

E navegando pelo site da animação, logo percebi que a Nina teve o cuidado de disponibilizar ali, de forma bem organizada, todas as informações e curiosidades sobre seu trabalho.

Enfim, um trabalho bem feito de cabo a rabo.

Share
Jul
24
2009
2

RPG é a Maior Diversão

Como bem disse Daniel, o mestre desta aventura em particular, Call of Chuthulu é meio demente, porque se não te deixar com medo não foi bom.

Uma boa aventura tem que seguir a linha dos livros do H. P. Lovecraft. Depende não apenas um trabalho grande do mestre para atentar a todos os detalhes da trama e saber criar o clima de terror, mas também de jogadores que estejam dispostos a representar e viver a trama sem desconcentrar.

Jogar em clima de D&D é pura perda de tempo.

A produção desta série de aventuras foi boa, o Daniel criou inclusive um mini-blog para dar o tom do prelúdio das tramas.

A que foi retratada nesta tirinha é a do “O testamento de Jedediah Carragher”, que é sequência da aventuro a abordo do Estocolmo, com os mesmos personagens.

Haveria uma terceira aventura que nunca se concretizou porque o testamento de Jedediah representou caos além do que o trio estava preparado.

Vou revisar e postar aqui em breve o diário do Dr. Reitler (meu personagem), narrando suas desventuras.

Share
Jul
22
2009
0

Curiosidades #4

Curta Metragem Experimental Cult e Pseudo-intelectual:

Excelente desmistificação do Vitor Alli.


ZOOM ZOOM ZOOM:(via videorama)

O músico brasileiro João Carlos Rosman, conhecido como Kao Rosman, recebeu este ano em Tóquio, o prêmio de compositor estrangeiro do ano da Sociedade Japonesa de Direitos dos Autores, Compositores e Editores pelo sexto ano consecutivo.

A canção Zoom Zoom Zoom é a música estrangeira mais executada no Japão há seis anos consecutivos, seja em comerciais de tevê, rádio ou em caraoquê, e portanto a que rende mais direitos autorais.

Ano passado, a composição brasileira ficou à frente de What a Wonderful World, imortalizado na voz de Louis Armstrong, e de Top of the World, do The Carpenters. Na lista das 10 mais executadas estão ainda clássicos como Fly me to the Moon, de Frank Sinatra, e All You Need is Love, dos Beatles.

Abaixo seguem um exemplo de comercial e a música original.


Música para todos:

Confira!

Assim até eu que sou uma negação musical tiro um som.


Death to all but metal:

Tudo de mais fanfarrão no gênero, no que eu vejo como uma lembrança de que Van Halen já foi uma boa banda.


Sputnik Observatory:

Pitadas de conhecimento. Ao invés de catarem mais vídeos do keyboard cat, aproveitem a internet (enquanto ainda a temos) para se aculturarem um pouco. Aqui.


Cálculo do Ranking da FIFA:

Algo que sempre tive curiosidade de entender mas nunca me importei em buscar. Acabei confirmando que se trata de algo calculado de forma obscura e provavelmente não muito precisa. Veja como.

Talvez por medo dos dirigentes da FIFA de que se torne uma classificação mais importante que a copa do mundo. Vai saber.


Fliperama de Neverland:

Veja por conta própria.

Com um fliperama particular desses é difícil se importar com o que um bando de zé mané ao redor do mundo pensa de você.

Share
Jul
17
2009
4

Twitter Pop

Share
Jul
13
2009
0

Ainda “Baixando Tudo”

Continuação do post anterior “Baixando Tudo“.

Hoje pelo caderno Link do Estadão, eu descobri que já existe inclusive, ao menos um livro que fala da mesma idéia que expus aqui sobre a gratuidade do conteúdo na rede. O autor é Chris Anderson.

Basicamente ele partilha da mesma opinião que eu, de que lutar contra a gratuidade do conteudo na web é inútil, mas busca respaldar esta opinião com estudos de caso.

Outra matéria do Link de hoje fala das rádios online, que lograram um novo acordo com as gravadoras, em que pagarão apenas US$ 0,093 por música. Algo que viabiliza sua existência e é compatível com a renda, mesmo de rádios pequenas, proveniente de propaganda. O valor deve subir para US$ 0,14 até 2015.

Atualmente se paga mais de 10 vezes este valor, para ter um arquivo de uma música numa máquina apenas e com o risco de ter de recomprá-lo caso venha a formatar seu HD.

Falando de música, lembro de Rock. Hoje é o dia do Rock!!

Então leiam esta postagem.

Share
Jul
11
2009
5

Bernard Cornwell

Agora chegou a hora de falar de outro autor que até agora tem sido certeza de um bom livro daqueles que eu só largo, com pena, quando terminam.

Falarei de outros, no seu devido momento. Poderia falar de livros apenas, mas em certos casos é melhor falar logo do conjunto da obra, senão me repetiria muito ou acabaria deixando de mencionar bons livros.

Talvez já tenham escutado falar de algum destes livros de Bernard Cornwell, que já foram publicados no Brasil:

Trilogia do (Rei) Arthur

Trilogia do Graal

As histórias de Sharpe (mais de vinte livros)

As Crônicas Saxônicas (ainda incompletas, com quatro livros)

Trata-se de um autor que escreve basicamente romances históricos, em boa parte sobre a história inglesa, assunto sobre o qual ele demonstra ter bastante conhecimento.

São sempre histórias de aventura verossímeis, e descritas com detalhes suficientes para colocar o leitor no ambiente, mas não a ponto de tornar a leitura enfadonha. Os livros vêm sempre com uma nota dele no final, explicando e contextualizando sua narrativa no que de fato se tem registro de ter ou não ocorrido e, muitas vezes, assumindo ter alterado um detalhe histórico ou outro por opção, para deixar a trama mais a seu contento.

Neste ponto é que os romances históricos mostram seu valor, pois 70% de tudo que é narrado de fato ocorreu ou ocorria e ver tudo sendo narrado tal como Cornwell o faz, nos permite voltar no tempo por alguns momentos e de fato ver a história acontecendo.

Na trilogia de Arthur, ele narra uma versão verossímil da lenda do Rei Arthur, mas em seu livro Arthur não é rei, mas sim um grande general bretão que consegue unir os reinos bretãos contra os invasores saxãos. O interessante é que ele soube colocar a lenda num momento histórico onde ela faz total sentido, pois é o momento que marca o fim dos druidas, com a chegada dos saxões e do cristianismo na Inglaterra. Trata-se de um período obscuro na história, pois estes povos não possuiam registro escrito. Neste livro, Cornwell aproveita também para mostrar a herança que os romanos haviam deixado naquela região, após abandonarem tudo com o colapso do império. Principalmente na maneira de guerrear. Nunca mais consegui levar a sério uma cena de batalha medieval que mostra duas turbas enfurecidas se chocando de maneira suicida.

Pra quem já leu “Brumas de Avalon” e gostou mas lamentou a ausência de batalhas, ficará em êxtase.

Alías cenas de batalha são a especialidade deste autor.

w

Derfel Cadarn, o narrador desta história, não se cansava de gritar: "Parede de Escudos!"

Passado o hiato entre a saída dos romanos e o estabelecimento do cristianismo naquelas terras, volta-se a ter algum registro, ainda que pouco, sobre o reinado de Alfredo, o primeiro rei a unir toda a Inglaterra. E é esta a história narrada nas Crônicas Saxônicas, sob a perspectiva de Uthred de Bebanburg, ou Uthred Ragnarson. Um guerreiro saxão, 400 anos após os eventos narrados sobre a lenda de Arthur, em meio à invasão dos Vikings Dinamarqueses e o esforço de Alfredo para construir seu reino.

Acessando o site do autor, enquanto escrevo esta postagem, descobri que o quinto livro está para ser lançado e mal posso esperar.

Na Trilogia do Graal somos apresentados ao exímio arqueiro inglês Thomas of Hookton lutando na guerra dos 100 anos contra os franceses.

Este personagem tem uma dinâmica um pouco distinta de Derfel e Uthred, pois não se vale tanto da força física.

Contudo, existe uma certeza sobre os heróis de Bernard Cornwell. São todos altos, fortes e muito bons no que fazem. Thomas não foge à regra e por uma razão justificada, os arqueiros que usavam os arcos longos ingleses, tinham de ser muito fortes para conseguir vergar os arcos e disparar com velocidade e precisão sua flechas. Estes arcos eram capazes de perfurar armaduras além de possuirem excelente alcance. Os ingleses devem a estes arqueiros a vitória sobre os franceses.

Acabou de sair o mais novo livro do autor “Agincourt” que também narra a história de um arqueiro inglês, como Thomas, porém na batalha já imortalizada por Shakespeare em Henrique V.

Pulando agora muitos séculos chegamos ao tenente Richard Sharpe, que é o grande carro chefe de Cornwell. Narrando as histórias de Sharpe, Cornwell conta a história do Duque de Wellington, que fez carreira no exército britânico, vencendo inúmeras batalhas, culminando com a vitória em Waterloo sobre Napoleão. São 21 livros. O autor decidiu começar sua narrativa colocando Sharpe como tenente, foi apenas recentemente que ele decidiu contar mais histórias e resolveu escrever sobre Sharpe desde o início, como um cabo do exército britânico na conquista da Índia, já sob o comando de Wellington. O livro que acabei de ler foi o segundo, cronologicamente, de Sharpe. Como comecei tardiamente, optei por ler seguindo a cronologia correta e não pela ordem de publicação.

Os livros de Sharpe inclusive foram filmados em uma série de filmes para TV inglesa, estrelados pelo Sean Bean, o Boromir do Senhor do Anéis.

Bernard e Sharpe

Bernard e Sharpe

Isto é Bernard Cornwell, muita ação, aventura, romance e uma pitada de drama, banhados em uma excelente aula de história.

Existem outros livros dele que ainda não pude ler. Tudo em seu devido tempo.

P.S.:

Era para eu ter escrito esta postagem faz algum tempo, pois tenho buscado escrever sobre bons livros que acabei de ler e já passei da metade do livro do Asimov que comecei a ler em seguida.

Portanto fiquem atentos que logo falarei de um dos mestres da Ficção Científica.

Share
Jul
08
2009
1

RPG é a maior diversão

Inspirado pelo comentário do amigo Dr. Iglesias, decidi narrar o fato que se deu em uma corriqueira sessão de RPG faz alguns anos.

Sem citar nomes, fica esta humilde HQ.

Sim, um ser que mal deveria ser capaz de se por de pé e já deveria ter sido eliminado pela mera seleção natural, quase devorou o pobre Finley.

Mas rendeu algumas risadas.

Em breve mais tirinhas aqui neste blog.

Share
Jul
04
2009
2

Baixando tudo

A farra do download gratuito está chegando ao fim?

O Pirate Bay foi vendido. Para alguns a soma de US$ 7,8 milhões que alguns consideram irrisória. Pode ser que eles tenham razão, já que o site deve receber uma quantidade monstruosa de acessos por dia, e certamente anunciar ali deve custar uma boa grana.

Mas por outro lado, existe toda a complicação legal em que o site se envolveu e certamente não será barato nem fácil legalizar o site como os compradores dizem que farão.

Para isso mudarão todo o sistema do site, no fim essa grana foi apenas pelo domínio thepiratebay.com. O engraçado é quando no site for legalizado e seguir com o nome referente a pirataria.

Talvez mudem para “sailorsbay” ou “corsairsbay”.

Sou um pirata legal, sem olho de vidro nem cara de mau.

Sou um pirata legal, sem olho de vidro nem cara de mau.

Enfim, o interessante nisso tudo é a legalização do site.

Diferente do que fizeram com o Napster, onde só se aproveitou a tecnologia deles e criaram o itunes.

O que querem fazer com o Pirate Bay é algo que está mais de acordo com a realidade da internet e com os hábitos dos usuários. Não pretendem cobrar diretamente pelos downloads dos usuários, mas se desejar usar a rede p2p deles, você terá de se cadastrar e automaticamente ceder parte de sua banda de acesso ao site para que este a revenda a outras empresas interessadas.

Em suma você estará pagando sem sentir, ou até sua taxa de transferência cair vertiginosamente porque uma multinacional está sugando toda a sua capacidade de acesso a ponto de você mal conseguir baixar “gratuitamente” seus filmes, jogos e músicas.

w

O que os olhos não vêem o coração não sente.

Dizem que vão inclusive dar um retorno financeiro aos usuários do site, pela cessão de banda. Ou seja, além de permitirem que você baixe de graça o que quiser, você ainda vai receber por isso?

Porque quando a esmola é muita...

Parece bom demais pra ser verdade, até porque a grana da revenda de banda para empresas, será usada principalmente para pagar aos proprietários dos direitos autorais, pelos downloads efetuados.

E como sabemos muitos deles valorizam bastante seus trabalhos.

Logo acho que não vai sobrar muito dinheiro pros usuários. É claro que se raciocinarmos sob a ótica dos americanos e dos europeus, que têm acesso à internet gratuito ou ridiculamente barato além de muito mais eficiente que aqui nós do Brasil e de boa parte do resto do mundo, a coisa pode valer a pena, pois a merreca que o site lhe dará, pode ser compatível com sua perda de banda, e esta perda pode não ser quase sentida.

w

Aqui esta troca pode não compensar.

Por isso que eu ainda vejo a mera propaganda como a melhor forma de manter um negócio desses no ar, sem prejudicar em nada o acesso dos usuários.

Do jeito que o site está hoje no ar, ele funciona muito bem e alterar isso vai forçar uma mudança de hábito nos usuários, que certamente vai refletir numa queda de acessos.

Ao meu ver, o site poderia apenas registrar todas as transferências de arquivos realizadas pelo seu sistema e pagar às empresas proprietárias dos diretos autorais destas obras um valor fixo por cada um deles.

Fim de papo. O site seria um negócio legítimo de distribuição de arquivos.

O dinheiro para o pagamento seria proveniente dos anúncios disponíveis no site. E quantas empresas não pagariam fortunas por um espaço num dos sites que seria sem dúvida um dos mais acessados do mundo? Algo que ele já é hoje.

Com a diferença de que hoje, metade das empresas anunciantes são de origem duvidosa, dada a condição de ilegalidade do site.

Apesar da ganância de alguns artistas e produtores, meu raciocínio não é muito absurdo, pois o próprio itunes cobra bem barato pelos downloads oferecidos e certamente apenas parte dessa grana é usada para pagar às gravadoras pelos direitos, o resto cobre as despesae e certamente sobra lucro. Tudo bem que você acaba sendo obrigado a baixar mais de uma vez cada música do itunes. Você paga para cada máquina onde deseja ter aquela música.

Obrigado Steve!

Obrigado Steve!

Esta é a principal razão de apenas uma minoria de pessoas usar o serviço.

O hábito criado na internet foi o da gratuidade de tudo que existe ali.

Tentar cobrar das pessoas por algo que pode ser transferido gratuitamente é perda de tempo. Quem ganha dinheiro da internet, o faz com propaganda e adquirindo a maior quantidade de usuários possível, oferecendo um conteúdo atraente. O Google é o maior exemplo disso.

Os poucos casos de distribuição gratuita e legal de músicas via internet, depõem contra o viabilidade de fazer disto um negócio.

RadioHead e Coldplay certamente perderam uma excelente oportunidade de lucrar uma nota preta ao mesmo tempo quem que faziam a felicidade de milhares de fãs. Além de mostrarem ao mundo capitalista que distribuição gratuita de músicas é um mero ato de caridade.

Obrigado rapazes!

Obrigado rapazes!

A legalização do Pirate Bay não é da forma que eu julgo ideal, mas caminha na mesma direção, o que é um alento se observarmos outras tendências menos amigáveis de solução para o problema da pirataria.

O método 1984 é no momento o único que alguns políticos conseguem enxergar.

SarcozyAze(re)do são dois exemplos  de que a humanidade ainda não está pronta para a internet, além de tantas outras tecnologias.

Share

Powered by WordPress | Theme: Aeros 2.0 by TheBuckmaker.com