Jun
26
2009
11

Fringe e Arquivo X

Se você sente falta de Arquivo X, este é o seriado que deve acompanhar. Até agora temos tudo que fez de Arquivo X um grande sucesso. FBI + casos bizarros  e um grupo decidido a solucioná-los.

A dinâmica é distinta de Arquivo X, ao invés de um fanático e uma cética, temos: uma agente obcecada (Olivia Dunham), um vigarista (Peter Bishop) e um cientista louco (Walter Bishop).

Fringe assume mais o seu lado fantasioso e busca explicar o ocorrido se baseando em teorias científicas extrapoladas, partindo do princípio que naquele universo os cientistas conseguiram colocar em prática muitos devaneios que aqui não saíram do papel.

Inclusive o personagem de Walter Bishop é o meu predileto, e o que agrega uma dinâmica distinta à série.

Temo, no entanto, que a trama condutora da série venha a estragar a mesma, tal como ocorreu com Arquivo X.

No início Arquivo X não possuíia nenhuma grande trama, eram apenas dois agentes que cuidavam dos casos que ninguém mais no FBI queria resolver. Muitos dos casos ficavam sem explicação, e eles se davam por satisfeitos ao evitar as mortes que a aberração da vez estava causando, matando a mesma, ou afugentando sabe-se lá  que diabos fosse.

A trama principal com os aliens nunca foi explicada direito, ou se foi, deve ter rendido uns 15 episódios da última temporada quando eu, David Duchovny e a maioria dos fãs já haviamos desistido da série.

Apesar de muitos dos casos de Arquivo X terem alguma coisa a ver com alienígenas, e da obsessão de Mulder por seres cabeçudos e olhudos, o agente só começou a desvendar o que havia por detrás do canceroso, do X, etc. Lá pra terceira ou quarta temporada quando a série estava no auge e os produtores decidiram criar uma linha condutora que servisse de gancho para prender a audiência.

Aproveitaram a gravidez da Gillian Anderson para criarem a abdução do filho da Scully, e então começou a enrolação sem fim.

Em Fringe os casos geralmente têm alguma explicação, dentro da fantasia da série. E desde o início, somos apresentados à trama mestra, à qual muitos dos casos futuros estarão relacionados.

Ao contrário de Arquivo X, os casos desvendados em Fringe respondem mais perguntas do que criam, e isso leva a primeira temporada a um final com um belo gancho pra seguinte. Mal posso esperar para descobrir o que estão planejando. Contudo temo que a série caia numa embromação ou os roteiristas sejam forçados a mudar muito a premissa da série.

Para entender o porque deu acreditar nisto, assistam. Ao menos a primeira temporada vale a pena.

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Jun
16
2009
2

Spore

Conquistar o restante da galáxia, só requer tempo e paciência. Porque o jogo em si não oferece desafios além de exaustiva repetição de tarefas.

A única inovação é a possibilidade de modelar tudo que sua raça cria, contudo, é uma modelagem estética e não faz diferença alguma se você fizer uma arma bonitinha e super arrojada, ou um trambolho horrível que contenha as mesmas peças que a anterior, mas sem modelagem alguma.

Dá no mesmo.

Dá no mesmo.

O mesmo vale para a modelagem da espécie ao longo do processo evolutivo. Eu por exemplo coloquei quatro olhos no bicho, dois na frente e dois atrás, crente que isto daria uma vantagem de percepção à espécie, mas logo percebi que o que importava era a quantidade e não o posicionamento dos elementos, ou seja, se eu colocasse os quatro olhos enfileirados e apontados pro mesmo lado, eu teria o mesmo resultado. No fim é com eu disse, a aparência de sua espécie acaba sendo muito mais estética e menos associada a funções e vantagens evolutivas. Me fez perder o total interesse em testar combinações distintas de características físicas, pois no fim, o jogo tende a ver a forma humanóide como a melhor e mais adaptável a todos os aspectos necessários para se obter uma espécie soberana.

Agora que o “muito barulho por nada” que a Maxis gerou em torno do jogo antes do lançamento silenciou, com a retumbante decepção da maioria dos jogadores, eles estão buscando formas de aproveitar este sistema deles para outros tipos de jogos.

O Galatic Adventures é uma idéia interessante, pois usa a ferramenta de moldar coisas, que é o diferencial do jogo, para que os jogadores criem seus jogos e histórias. Talvez mais interessante que o original, mas com uma grande falha, que foi na minha opinião a derrocada do antecessor. A maioria dos jogadores é preguiçosa e joga por lazer, não para trabalhar. Ter de montar todo um cenário e adversários é trabalhoso, mesmo com a ferramenta do jogo, e cansa mais do que relaxa.

Contudo, vejo mais mercado aí do que no original. É possível que agrade a um nicho específico de pessoas que curtem modelagem e/ou criação de jogos. Se for possível gravar as aventuras criadas para que outros as joguem, pode ser bem interessante e gerar uma comunidade em torno deste jogo, de pessoas que trocam aventuras entre si.

Diria até que seria algo mais próximo de RPG do que os muitos jogos que vemos por aí. Pois teremos a figura do “mestre” criando todo o cenário e personagens e os jgadores que deverão interagir ali. Mas ainda teria a falha crucial, que é a improvisação que só um verdadeiro jogo de RPG permite, quando um jogador pensa além e força o mestre a improvisar um caminho alternativo que ele não havia cogitado anteriormente. Isto não é possível num jogo eletrônico, ao menos, ainda não.

Então retiro o que disse. O RPG permanece único.

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Jun
12
2009
1

Dia dos Namorados

Neste dia, nada mais adequado que a minha namorada, Rosele.

Uma poetisa de mão cheia que possui uma galáxia, onde ventila seus textos e outros prazeres.

Beijocas.

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Jun
09
2009
3

Oi Quadrinhos

Já havia mencionado antes que estou trabalhando num projeto de quadrinhos. Poderia linkar aqui a postagem, mas já faz tanto tempo que nem me lembro mais qual foi.

Bom, trata-se do projeto que chamamos de Oi quadrinhos, pois trata-se de um site de quadrinhos dentro do portal da Oi.

Clicando em “Revista” podem encontrar o site no menu da esquerda.

Trata-se de um projeto capitaneado pelo Alvaro Campos e sua editora Vilania Comics. Eu participo auxiliando na coordenação do projeto e na manutenção do site, que construí com o Eduardo Costa.

O projeto já vem desde o ano passado, quando ainda era menor e limitava-se às HQs da Corporação. HQ esta, criada por Alvaro Campos e Fernando Azevedo.

Após aproxiadamente 30.000 acessos por mês e boa repercussão, a Oi decidiu dar continuidade ao projeto. Isto tornou possível expandi-lo, o que possibilitou minha entrada.

A proposta do site é tornar-se uma grande editora de quadrinhos online. Semelhante à zuda comics, porém com algumas diferenças.

Existe um grupo de roteiristas e desenhistas já contratados para este ano, que estão produzindo HQs de estilos variados. Estes serão os grandes destaques do site, nomes famosos que vocês podem conferir aqui. Algumas destas HQs possuem continuações em formato exclusivo para celulares, que podem ser baixadas aqui.

O restante do site é voltado para o público. Queremos interagir com os leitores e por isso foram criados o blog e o forum. Queremos ler comentários e trocar idéias nestes ambientes. Todas as HQs possuem links para as suas respectivas postagens no blog, onde o leitor pode imediatamente dizer o que achou.

Outra atração do site é a sessão de Arte Independente, onde qualquer um pode publicar sua HQ ou ilustração, sem custo algum e desfrutando de uma excelente vitrine para seus trabalhos.

O site não possui uma linha editorial rígida e limitada a um estilo ou dois. Trata-se de uma abertura para divulgação do quadrinho nacional jamais criada. Com um conteúdo acessível gratuitamente a todos, tanto para ler quanto para expor, além de contar com toda a infra-estrutura de uma grande empresa e grande divulgação.

Quem desejar participar está convidado.

Por fim, o meu jabazinho. A HQ O Investigador, com roteiro meu foi a HQ inaugural da sessão de Arte Independente, e será atualizada semanalmente.

Em breve haverá um novo quadrinho de minha autoria nesta mesma sessão. Avisarei aqui e lá, quando for lançado.

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Jun
05
2009
1

Tupiniquins O Fim

Caso EncerradoCaso Encerrado

Chegamos ao final de nossa história.

Espero que tenham gostado. 

Comentários positivos são bem vindos. 🙂

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Jun
03
2009
0

Wii que se cuide

Assistindo a esses vídeos, confirmo minha sábia decisão em não sair gastando meu rico dinheirinho num console, e aguardar os próximos capítulos desta nova fase dos jogos eletrônicos.

É verdade que se eu tivesse dinheiro, teria comprado ao menos o wii e mais um, PS ou XBox. E talvez tivesse escolhido o PS.

E eis que o XBox, que eu via correndo por fora, parece tomar a frente.

Tenho visto com bons olhos o console da (eca!) Microsoft que carrega todo este estigma de coisa meia-boca. Os pontos favoráveis são: qualidade gráfica dos jogos no nível do PS3, mais barato que o PS3, bons jogos e agora joystick free. 🙂

Nada de imitação do Wii

Nada de imitação do Wii

Logo que o Wii saiu eu achei maravilhoso, mas ainda não vimos um jogo de primeira que use muito bem o grande diferencial dele que é o Wiimote.

A maioria são jogos que são divertidos de se jogar entre amigos, mas que não têm grandes atrativos por si só. 

A maioria das propagandas foca nisso.

A maioria das propagandas foca nisso.

O Wiimote é legal, mas tem suas falhas, pois registra movimentos determinados e quando usei ambos os controles ligados pelo fio, a minha sensação foi de que se me empolgasse muito podia arrebentar o fio que julguei muito curto. 

Tente dar um belo cruzado com essas algemas.

Tente dar um belo cruzado com essas algemas.

Então, apesar de empolgado com a novidade e tudo, ponderei o que aconteceria no futuro próximo. Ou a Nintendo lançaria um novo console, com melhor sensor, jogos e tudo mais, para os concorrentes não terem mais vez, ou os concorrentes lançariam novos consoles com sensores de movimento e chutariam a Nintendo pra escanteio novamente, onde ficaria fadada a jogos infantis e correndo por fora.

Uma coisa era certa. Era preciso esperar a geração seguinte de consoles. XBox promete, e ainda faltam a Sony e a Nintendo se manifestarem para aí sim, vermos o que vale a pena.

Como sensores de movimento são a nova onda, tudo que veio antes será esquecido. Em pouco tempo, ter um console com joystick será o mesmo que hoje é ter um com cartuchos.

Quem gastou as economias nesta última geração de consoles (principalmente no PS3) pode amargar uma grande frustração.

Mas é certo que o joystick não vai morrer de imediato. A preguiça ainda impera entre os jogadores e relaxar, sentado, apenas movendo os dedos no joystick ainda será uma opção para quando não tivermos saco de ficar pulando e correndo diante da TV ou não tivermos uma sala espaçosa e uma TV enorme. 

Uma coisa é certa, sensor de movimento foi feito pra vender TV grande.

Se com controle nego já se arrebenta, imagina sem. O que vai ter de TV sendo socada...

Se com controle nego já se arrebenta, imagina sem. O que vai ter de TV sendo socada...

 

Atualização: 03/06

A Sony mostra que não está muito atrás. Veja.

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Jun
01
2009
0

Six Feet

Ontem terminamos, eu e Rosele, de assistir à novela.

Família conturbada

Família conturbada

A princípio eu desdenhava e não levava fé achando que seria um draminha meio água com açúcar. Mas entre algumas ironias, reviravoltas e personagens excelentes, fui capturado pela trama. Trama esta muitas vezes deprimente, a ponto de nos forçar a parar, e assistir ou fazer coisas mais leves.

Recomendo a todos. A Rosele explica melhor a série e aproveito o post dela.

PS: Quando ela diz que “Lavou a alma”, entenda por um festival de lágrimas que culminou no último episódio, ao qual nem eu resisti.

A vida continua...

A vida continua...

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