Jan
22
2009
5

O Investigador


No iPhone: HQ em inglês, para leitura no celular da apple. Baixando direto da Apple Store, via iTunes, por $ 0,99.

Tem um trailer no youtube mostrando como funciona a leitura da HQ no iPhone.

No site do Oi Quadrinhos: HQ em português e de graça.

É o tal negócio, quem tiver gostado da HQ, tiver um celular que permita o download, e quiser dar uma força pros autores, nós agradecemos.

Mas se apenas ler a HQ online, e recomendar a um amigo que possa gostar (e baixar) já é de grande ajuda.

O Investigador, é uma HQ criada por mim e pelo desenhista Rodrigo Martins, sobre um investigador pouco ortodoxo (Gilvan Dias) e seu fiel companheiro (Tha-tú), ambientada no melhor estilo high fantasy.

De resto, muito deboche, pancadaria e, porque não, mistério.

Aos desenhistas de plantão, interessados num trabalho, eu já tenho aqui comigo dois roteiros do Investigador prontos pra virar HQs com novas aventuras da dupla de detetives pouco convencional. Mandem e-mail!

Outros links:

Blog do iPhone, Felipe Oliveira (que colocou a HQ no formato necessário).

Espero que gostem.

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Jan
19
2009
2

Matrix; uma grande decepção.

Pros que já leram esta minha opinião ou algo similar, não se desesperem ou me mandem e-mails e comentários alertando/debochando/reclamando sobre o ocorrido. A Matriz não está sendo alterada. É que eu tenho coisas velhas e bobas que escrevi faz tempo e vez em quando eu colocarei alguma delas aqui.

Sim, eu guardo coisas que escrevi e de que me orgulhei por qualquer razão, algum dia. 

Mas para vocês não perderem o click, as coisas estão repaginadas e com menos erros de português.

##########

Entendam, minha crítica é quanto à série. O primeiro filme é excelente e dispensa continuação.

Mas ai decidiram fazer mais dinh..filmes.

As seqüências, como muitas coisas que vemos pelo mundo afora, tinham grandes chances de serem boas, mas não foram. E eu digo porque.

Alerto para spoilers, no caso de você não ter assistido aos filmes e pretender faze-lo algum dia.

O segundo até que é bom, o problema é que ele foi uma tentativa de expandir o universo do primeiro filme. Entre o 2 e o 3 houve um burburinho enorme entre os fãs de ficção científica, que discutiam as diversas pontas soltas e pistas do segundo filme e no que poderiam resultar. O problema é que como este, se tratava de um atiçador para o terceiro filme, estas pontas soltas que sugeriam algo grandioso eram bem sutis. Eu mesmo só fui compreender algumas depois que li comentários a respeito.

Fiquei pilhado pro terceiro e me frustrei, pois na certa os diretores foram obrigados a recuar de sua ousada tentativa de fazer de Matrix um filme mais cabeça e fizeram do 3, na melhor das hipóteses, um Dragon Ball. 

Considerando tudo Matrix 3 ainda foi mais fiel.

Considerando tudo Matrix 3 ainda foi mais fiel.

Ou, o que é perfeitamente possível, fizeram o 2 de sacanagem sem nunca pretender grandes coisas. Só pra atiçar os fãs cabeçudos.

Mas as teorias que surgiram eram bem interessantes e vale a pena relembrar aqui.
A principal girava em torno do personagem Merovíngio, que teria sido o equivalente ao Neo de outra versão da Matrix. O surgimento de um Neo (i.e.: Budha matricial) é o sinal de que a Matrix precisa ser resetada, dai o nome Reloaded. Ele também tinha uma amante, a Mônica Belluci, que numa das cenas beija o Neo e lamenta que seu Merovíngio não tenha mais a mesma paixão que ela sente nele. Isto reforça a idéia de que o pomposo francês já foi um rebelde cheio de tesão reprimido como o Neo.
O Merovíngio demonstra ter tanto domínio da Matrix quanto o Neo. No filme é dito que existiram outras 5 versões da Matrix e sobre terem sido distintas da atual, ele comenta o fato de alguns “fantasmas” destas outras versões terem persistido nas seguintes e na atual. Isto explica os vampiros, lobisomens e os irmãos fantasmas que Neo e sua turma enfrentam. A partir disto, possivelmente a versão em que o Merovíngio fora o grande rebelde, a ilusão deve ter sido de um mundo de fantasia medieval ou algo do gênero, onde tais criaturas existiam.

O nome Merovíngio é inspirado em uma dinastia que viveu na França medieval, cujos membros se diziam, e até hoje não se sabe ao certo, herdeiros diretos de Cristo. Isto remete mais uma vez à idéia de Merovíngio = salvador = messias, etc…
Tal como no primeiro filme onde o dèjá vu é explicado como sendo um momento em que a Matrix é alterada, isto diz que as visões de fantasmas e seres inexplicáveis que algumas pessoas têm, nada mais são que reflexos de outras versões da Matrix. Uma analogia com o que ocorre após apagarmos arquivos de um HD comum. O que foi apagado segue gravado no disco só que fora do alcance do sistema, ainda que possam ser recuperados com programas específicos e até mesmo, dependendo do caso, persistem ao alcance, porém ocultos.
No final do filme o Neo se depara com o arquiteto que confirma pra ele a história da necessidade de resetar a Matrix, pois aquela versão já está fadada ao fracasso dada a grande quantidade de gente que fugiu e vive em Zion trabalhando para resgatar exponenciamente mais e mais pessoas das fazendas das máquinas.

O Arquiteto coloca Neo contra a parede e lhe dá a opção de se manter super poderoso e habitar a nova versão da Matrix, com sua amada que estava prestes a morrer.
Mas Neo manda ele se fuder e resolve mostrar que é, de fato, o über rebelde matrix fucker. Opção que o Merovingio não fez.

Mega revoltado.

Mega revoltado.

A cereja no sorvete foi no finzinho, após salvar a mocinha, quando Neo derruba um grupo de máquinas fora da Matrix, como se estivesse dentro dela.
O filme termina e tudo indicava uma continuação eletrizante onde estas deduções seriam confirmadas e várias hipóteses sobre como Neo poderia ao mesmo tempo salvar Zion e a humanidade pipocaram pela internet.
A que mais vingava era que na verdade, o que todos acreditavam ser o mundo real era também parte da Matrix, por isso Neo usou seus poderes ali. E fazia todo o sentido. Máquinas extremamente avançadas não deixariam um furo de segurança grave, sabendo que mais tarde teriam de resetar a porra toda novamente. Era muito idiota.
Então tudo fazia parte da fantasia e na verdade todos estavam ainda nos seus casulos. Era uma fantasia necessária, pois por melhor que possa parecer, em qualquer existência sempre haverá os descontentes, que tentarão se rebelar e derrubar o status quo. Dai a ilusão de Zion era necessária, como um ambiente onde estes rebeldes podiam ter sua válvula de escape. No melhor exemplo “futebol é o ópio do povo”, versão rave no caso.

Isto explica o fato de Neo ser super poderoso “fora da Matrix” e levantava a grande questão filosófica que daria conteúdo ao filme: A eterna rebelião contra os dogmas da sociedade valia a pena e traria de fato uma liberdade? Ou no final das contas toda a rebelião reverte em outra versão da mesma sociedade? Será que a Matrix seria destruída ou Neo teria de se conformar como o Merovíngio a viver eternamente nela, uma vez que nada nunca muda de fato?
O título Revolutions do terceiro filme era bem sugestivo.

Como vemos, o terceiro filme já havia sido concebido, pelos fãs. Um bom filme, bem calcado no enredo dos anteriores. O trabalho dos roteiristas era, baseado nisso tudo, decidir qual seria o desfecho de fato.

O mesmo trabalho que o George “the hut” Lucas teria com as prequels de Star Wars.

O resultado foi semelhante.

Não eram pistas óbvias, principalmente para o grande público, mas eu sou da opinião que ainda assim poderiam ter feito um filme cheio de ação só que com vários níveis de entendimento.

Matrix = cebola = shrek

Matrix = cebola = shrek

Não seria estranho, pois no primeiro filme várias referências sutis foram usadas, com os disquetes dentro do livro Simulacro e Simulação do Jean Baudrillard (Recomendo a leitura. Prevê muito do que temos hoje, inclusive sugerindo a Matrix. Geralmente não sou fã destes filósofos, mas é uma exceção à regra de bla bla bla enfadonho, além de ser curtinho).

O que acontece é que neste primeiro filme a compreensão não dependia em nada de tais referências. Isto seria difícil de se fazer nos outros dois e como, pelo visto, poucos pescaram, eu me incluindo ao menos na parte da dinastia Merovíngia, os caras acharam melhor nem se dar ao trabalho de explicar.

O resultado foi bem abaixo do esperado.

É, pois é.

É, pois é.

No fim, e na melhor das hipóteses, Zion tornou-se uma analogia a Salvador. Uma grande rave/micareta onde somente meia dúzia trabalhavam de fato. Por fim, a vizinhança, exausta de aturar a barulheira, invadiu o lugar e pacificou a região.

 

Nenhuma grande perda.

Nenhuma grande perda.

Ironicamente seguimos todos vivendo uma grande ilusão onde somos conduzidos à compreensão mais rasa de tudo que nos cerca.

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Jan
12
2009
0

Vivendo em paz.

Aconselho ler todo o blog, mas confesso que não teria lido se não conhecesse o Sebá e veja nisso uma forma de conversar com meu amigo.

Contudo este post tem uma das passagens mais interessantes sobre convivência mútua.

Ao meu ver o cristianismo e o pensamento ocidental de forma geral, ensinam que eu devo melhorar o mundo ao meu redor para me sentir bem e ser feliz.

As religiões orientais moldaram outra forma de pensar naquelas bandas, que é justamente o inverso: Devemos nos melhorar e nos sentir bem, com isso o mundo ao nosso redor mudará, ou porque o veremos de outra forma ou porque se todos buscarem evoluir o mundo e a sociedade evoluirá junto.

Não digo que um pensamento seja melhor que o outro, ambos são válidos para a vida em sociedade, porém a prática me convence que antes de ajudar ao próximo eu devo estar bem comigo mesmo, do contrário a sensação de estar sendo puxado para baixo é grande e no final todos acabamos precisando igualmente de ajuda.

Isto sem falar do acômodo que certas pessoas tendem a assumir quando se contentam em viver às custas dos demais, na certeza que serão auxiliadas de alguma forma.

Tomo para mim e tento viver seguindo os preceitos de aperfeiçoamento próprio e por isso passa certamente a boa vontade com os demais que se demonstram interessados em evoluir, até porque todos precisamos de uma ajuda alguma hora.

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Jan
08
2009
0

WordPress ou: Como parei de me preocupar e instalei o maldito blog.

Algumas dicas para quem pretende ter um blog.

Criar um blog é uma coisa muito chata, espero que manter um seja mais interessante.

Bom, pelo menos eu posso postar e dizer o quão trabalhosa é esta empreitada e deixar o aviso aos incautos para não se sentirem frustrados ou menos competentes.

Um pouco mais complicado que isto.

Um pouco mais complicado que isto.

Não farei uma análise da usabilidade dos serviços, mas é fato que 90% dos problemas encontrados passa pela falta da mesma.

Recomendo um forte motivo para se ter um blog. Você saberá o quão forte este motivo é o quanto você avançar na criação. Se desistir no meio aceite a derrota e descubra uma razão mais forte.

– Qualquer um pode ter um blog?

Criar um blog não é tão simples como parece. Esta é a primeira conclusão a que cheguei logo no meu primeiro contato com este universo alguns anos atrás.

A idéia que eu tinha era de que qualquer um poderia ter seu “site” tal a facilidade que era criar um blog e postar. Muitas pessoas que possuem blogs não têm conhecimento algum de HTML que dirá de linguagens mais complexas, logo eu poderia ter um num piscar de olhos bastava querer.

Devo admitir que o blogger.blogspot é um serviço bem tranqüilo. Você é conduzido por um passo-a-passo e termina com um blog. Se as suas pretenções terminam ai está tudo muito bem, mas pobre de quem decide se empolgar e inventar coisas que fujam ao B+A=BA.

Os temas são pouco maleáveis e a mera substituição de uma imagem no cabeçalho já significa adentrar o código HTML e buscar onde aquela imagem deve ser referenciada. E tem que ser uma imagem online. Nada de inserir imagens que estejam no seu computador, não existe esta opção.

A partir dai um usuário comum já desiste de inovar e se conforma com o que tem.

No caso do blogger algumas funcionalidades são mais automatizadas, por ser este um serviço da Google, os demais serviços da empresa tendem a se encaixar bem em qualquer blog.blogspot.

– Mas eu não sou leigo e quero algo a mais.

Então prepare-se para bater cabeça. Criar um blog com “algo a mais ” é quase tão trabalhoso quanto criar um site do zero. A diferença é que mesmo sem conhecer linguagens dinâmicas, como é o meu caso, você poderá fazer uso das mesmas. Mas é fundamental ter ao menos uma noção de HTML e CSS, porque o “algo a mais” deve sempre ser inserido direto no código. Inclusive alguns pluggins mais recentes necessitam de adaptações.

Não este css.

Não este css.

Uma coisa leva a outra e logo você chega à conclusão de que não adianta insistir com o .blogspot, você precisa ter um domínio próprio e hospedar seu site num provedor que suporte PHP e outras frescuras.

Comece a entender de FTP, URL, etc… A minha experiência prova que a maioria das pessoas não sabe diferenciar domínio de provedor, mesmo sendo usuários de internet.

Ou seja, aquele jornalista ou aquela garotinha de 13 anos que têm blogs super transados e criativos? Pagaram alguém pra fazer ou têm bons amigos no ramo.

Outro amigo.

Outro amigo.

– WordPress a salvação da lavoura!!

E mais do que nunca, só pra quem conhece do babado.

Comece entendendo que o wordpress não é um serviço, mas dois.

Isto faz uma enorme diferença, pois no começo eu não entendia a diferença entre os sites wordpress.com e wordpress.org. E isto não está óbvio em nenhum dos dois.

Pode ser culpa da relativa boa experiência de usabilidade que tive com o blogger, ajudando minha noiva a criar seu blog mas me senti bastante confuso ao navegar por ambos os sites.

Com o tempo se percebe que o wordpress.com é um .blogspot da vida, só que menos amigável e mais limitado na minha opinião.  A idéia de ser um blog wordpress, tão bem falado provoca a ilusão de que haverá uma infinidade de possibilidades além, mas o que você encontra é o mesmo feijão com arroz, e lamba os beiços.  Alguns extras são oferecidos mediante pagamento!

O wordpress.org é que é o tão alardeado WordPress.  Mas como entrei no site com a idéia fixa de se tratar de um serviço superior ao do blogger e me perguntando: “Onde eu crio esta porcaria de blog?”, não atentei para o tímido link na tela inicial (Learn more about WordPress). Apenas depois de me frustrar com os extensos e enrolados textos da “in-famous  5 hour installation”, e comecei a vasculhar todo o site a esmo, é que acabei me deparando com a tela para onde link acima levava. No 3º parágrafo está a distinção entre ambos.

 

Como não havia percebido antes?!

Como não havia percebido antes?!

OBS.: Uma dica de usabilidade e arquitetura da informação seria evidenciar mais esta distinção em ambos os sites. Pouparia tempo das pessoas se perguntando sobre o porquê de ter de baixar o wordpress num site se no outro eu já foi criado um.

Então no fim das contas o wp.com nada tem a ver com o wp.org? Mais ou menos.

Ao menos agora eu sei que estou no caminho certo e terei meu blog aberto a modificações. Só resta arregaçar as mangas e encarar a instalação sacal, convencido de que estou criando um site e não apenas um blog. Convencido também de que se eu queria ter o site no ar eu deveria buscar as informações no Google, e não no site do wordpress.org onde cada explicação gera mais dúvidas que soluciona.

OBS.: Quanto piores os sites mais dinheiro o Google ganha. Pensem nisso. No caso do wordpress, tudo de que necessito poderia estar ali, o site é enorme e repleto de explicações e hiperlinks internos, mas é tudo tão mal escrito e segue uma lógica tão artificial que você é obrigado a buscar em outros sites usando o Google.

– Daí em diante a coisa flui.

Felizmente não estou sozinho nisso e existe uma infinidade de sites e fóruns com excelentes explicações para cada dúvida. 

Encontrei, inclusive, um que explica como instalar o wordpress no servidor gratuito que já havia decidido experimentar. Tava até fácil demais.

Ainda assim é um processo trabalhoso, e você precisa ter as ferramentas adequadas para operar os códigos, além de um conhecimento mínimo sobre manutenção de sites. Algumas dicas voltadas para usuários menos experientes podem acabar causando mais transtornos, como o conselho de se instalar um uploader de FTP para colocar o site no ar.

O meu provedor, por exemplo, possui um sistema de gerenciamento de arquivos que dispensa qualquer outro programa e é bem fácil de operar, ou tão complicado como um programa específico.

E repito, isto só leva 5 minutos se o seu trabalho for colocar blogs no ar diariamente. Ao menos o blogger foi mais honesto em dividir a criação dos seus blogs em “3 passos simples”, se você levar 5 minutos ou 5 dias não é problema deles.

– Enfeitando o pavão.

Este é o principal motivo da instalação não levar apenas 5 minutos. A graça de se dar ao trabalho de criar um domínio, encontrar um provedor e ter subir um site é você ter um blog à “sua imagem e semelhança”.

Os themes, ou visuais disponíveis para este modelo de wordpress são diversos. Já tendo em mente o que você deseja é fácil encontrar um que seja ao menos próximo e exija poucas modificações. Para minha surpresa e conforto encontrei um que me exigiu pouco trabalho, basicamente troquei apenas a imagem de fundo para manter a relação com meu antigo site que agora é apenas meu portfolio e porque eu gosto do meu teclado encardido, além de outras questões semânticas que esta imagem invoca.

Mas é possível fazer de tudo com o visual, sabendo usar CSS e HTML. O mérito do wordpress é que seus códigos estão de acordo com as normas e sugestões da W3C, tudo está bem organizado e geralmente comentado.

Ao acrescentar e remover plugins e widgets acabei descobrindo que o cadastro no wordpress.com não é inútil no fim das contas, pois você precisa dele para ativar alguns e também para inserir outras características que só então se tornam disponíveis no painel de controle do wordpress.org. Mais uma forma de complicar a vida do usuário, obrigando-o a monitorar sempre dois cadastros.

Isso simplificaria as coisas.

Usuário insatisfeito.

– Finalmente o blog!!

E o importante é o aprendizado depois de horas e dias. Transformei uma semana inútil neste lugar para falar o que me der na telha e expor meus trabalhos. Este primeiro post fica como uma introdução sobre blogs, com informações que se eu tivesse antes, me facilitariam muito a vida.

No momento ainda existem alguns ajustes finos mas isso vai com o tempo.

Ao vencedor as batatas.

Ao vencedor as batatas.

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